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UM ESTUDO SOBRE AS "EXPERIÊNCIAS QUASE-MORTE"
UM ESTUDO SOBRE AS "EXPERIÊNCIAS QUASE-MORTE"

UM ESTUDO SOBRE AS “EXPERIÊNCIAS QUASE-MORTE”

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Olá, Lucas. Eu quero te pergunta uma coisa = O que você acha da "EQM{EXPERIÊNCIA DE QUASE - MORTE}" ?. Fico muito impressionado, a pessoa morre e depois volta e os cientistas ficam bem impressionados... É muito estranho!!. Fico a pensar que os seres de luz seja na verdade os anjos. Será demônios ??. Eu não creio que seja demônios.... É bem estranho mesmo, a pessoa volta e os cientistas ficam bem impressionados por causa da atividade celebral que quando a pessoa morre, não dá mais pra voltar..... É dificil de explicar.... A Questão é = o que será estes fenômenos??...... Lembre - se que a pessa volta, mais volta com grande sabedoria e mais conhecimento, tudo o que vocÊ pergunta para a pessoa que teve estes fenomenos" EQM" Ela te responderás na hora... O que você tem a me dizer sobre este "EQM' ?. Desculpe mas é bem dificil de explicar. (Marc, Mato Grosso – 29/11/2010)

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Resposta - OLÁ, MARC.
PRIMEIRAMENTE, ME PERDOE PELA DEMORA EM RESPONDÊ-LO, POIS ÀS VEZES O TEMPO PARECE CORRER MUITO, E HÁ MUITAS COISAS PARA ESCREVER. QUANTO AO ASSUNTO DAS EXPERIÊNCIAS DE QUASE-MORTE, APRESENTAREI AQUI ALGUMAS RAZÕES FISIOLÓGICAS, RACIONAIS E ESPIRITUAIS PARA NEGAR QUE SE TRATE DE UMA EXPERIÊNCIA REAL FORA DO CORPO OU QUE SIRVA COMO SUPOSTA “BASE” PARA ALGUM TIPO DE SOBREVIVÊNCIA EM UM ESTADO DESENCARNADO ENTRE A MORTE E A RESSURREIÇÃO NA SEGUNDA VINDA DE CRISTO. EIS ABAIXO ALGUNS DOS VÁRIOS MOTIVOS PARA DESACREDITAR NAS “EQM”:
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(1) QUASE-MORTE NÃO É MORTE!
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Antes de tudo, é bom ressaltarmos que uma “Experiência de Quase-Morte” não é uma morte de fato. Se existisse vida imediatamente após a morte, então a pessoa deveria morrer primeiro para isso. Contudo, o que nós podemos observar é que, antes mesmo da morte, a pessoa já começa a ter “visões” e quadros mentais de “outras dimensões”! Ora, isso é tecnicamente inadmissível, uma vez que a pós-vida deveria seguir-se à morte e não antecedê-la. Sobre isso, o Prof. Paul Kurts comenta:
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“Não temos evidência real de que os indivíduos dos relatos de quase-morte tenham de fato morrido. Tal prova não é impossível de obter: ‘rigor mortis’ é um sinal, e morte cerebral é outro. O que os relatos realmente descrevem é um ‘processo de morrer, ou experiência de quase-morte, não a própria morte’”.
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As experiências de quase-morte ou de leito de morte são de indivíduos ainda vivos, ou cuja mente readquiriu consciência.
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(2) FALTA DE COERÊNCIA
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Essa prova baseia-se na falta de coerência dentro das próprias experiências de pessoas que estiveram à beira da morte. De acordo com os Institutos de Pesquisas do EUA, aproximadamente 20% dos pacientes (18%, para ser mais exato), que estão à beira da morte por ataque cardíaco, se sobrevivem, dão os seus “testemunhos” de vida após a morte. Esse número é significativamente grande, mas há de se perguntar: Onde é que foram para os outros 82%? O que é que aconteceu (ou melhor, que NÃO aconteceu) com eles? Será que eles não tinham alma?
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A verdade por detrás de tudo isso é que, por motivos fisiológicos (como veremos mais adiante), o cérebro de algumas pessoas (18%) começa a formular imagens pouco antes da morte, coisas que não acontece com outra grande parte (82%), não porque 18% tem alma e 82% não tem [o homem É uma alma, e não “POSSUI” uma – Gênesis 2:7], mas sim porque esse fenômeno relativamente comum de acontecer não significa uma experiência real de partida da alma ou do espírito do corpo humano, mas tão-somente uma experiência devidamente explicada por fatores fisiológicos, como veremos mais adiante.
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Se existisse uma “alma imortal” nos seres humanos, então absolutamente 100% das pessoas que “voltam a vida” deveriam necessariamente relatar algum tipo de experiência após a morte, e não apenas 18% deles! Tal quadro nos revela que não é a alma de alguns que parte do corpo, mas sim um fenômeno fisiológico que sucede apenas a alguns, e a outros não. Um destes exemplos é o caso de uma mulher grávida que ficou clinicamente morta durante algum tempo e não relatou experiência nenhuma após a morte.
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No Denver (Estados Unidos), uma mulher gravida morreu por 4 minutos, pois o seu coração parou, ela ficou toda roxa, sem pulso, sem respiração, e sem pressão. Os médicos tentaram revive-la mas sem resultado, dai ela foi declarada morta. Mas, depois de 4 minutos, inesperadamente, sem explicação cientifica, a mulher retornou a viver. Lhe perguntaram se ela tinha visto uma luz do outro lado do túnel, ou qualquer outro tipo de “experiência”, mas ela disse que só se sentiu como que “dormindo”! Ela passou o que Jesus disse, o sono da morte [João 11:11]
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(3) VÁRIOS “CÉUS” DIFERENTES!
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Karlis Osis e Erlendur Haraldsson avaliaram os relatos de mais de 1.000 experiências de quase-morte nos EUA e Índia. Descobriram que a visão dos pacientes hindus era tipicamente indiana, enquanto a dos americanos era ocidental e cristã. Por exemplo, uma mulher indiana de formação universitária teve a experiência de ser conduzida ao céu sobre uma vaca, enquanto um paciente americano que havia orado a São José encontrou o seu santo padroeiro na experiência! Tais relatos sobre experiências de quase morte refletem as crenças pessoais dos pacientes. O que experimentaram no processo de morrer quase certamente condiciona-se a suas crenças pessoais.
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Outro fato interessante é que POUQUÍSSIMAS pessoas relatam visões do “inferno” depois da morte, mas apenas do Céu ou de algum estado de “conforto”. Este é um flagrante contraste com aquilo que mostra a Sagrada Escritura:
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“Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mateus 7:13)
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“Esforcem-se para entrar pela porta estreita, porque eu lhes digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão” (Lucas 13:24)
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“E, se ao justo é difícil ser salvo, que será do ímpio e pecador?” (1 Pedro 4:18)
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Ou seja, se as “EQM” fossem verdadeiras, então é a Bíblia que seria mentirosa. Ela afirma que são MUITOS os que irão para a perdição e POUCOS os que se salvarão... do mesmo modo que ao JUSTO já é DIFÍCIL ser salvo! Quando, porém, a questão é relativa às “EQM”, quase todo mundo vai pro Céu! Tal quadro nos mostra que, realmente, as EQM tratam-se meramente de quadros mentais daquilo que a pessoa já está pré-concebida a aceitar. Até mesmo espíritas, hindus, budistas e de todas as religiões narram indo para o “céu”; que, obviamente, é um diferente do outro dependendo das suas convicções religiosas, tal como é no caso da mulher hindu que foi conduzida ao céu numa vaca e do católico recebido pelo “santo padroeiro” da sua cidade! A Escritura, no entanto, nos revela apenas um único caminho para a salvação:
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“E disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6)
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(4) FALTA DE OXIGÊNIO NO CÉREBRO
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O Dr Lakhmir Chawla, da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, notou a existência de um aumento na atividade cerebral dos pacientes pouco antes deles falecerem – o que é causado pela liberação de energia do cérebro quando ele fica sem oxigênio. Isso explica, por exemplo, porque algumas pessoas que acordam após momentos de aparente morte descrevem luzes, sensações e visões. Em um trabalho publicado no Journal of Palliative Medicine, o médico defende que essas sensações têm uma explicação biológica ao invés de mística ou metafísica.
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Em um estudo conduzido no hospital da universidade, Dr Chawla e sua equipe usaram um eletroencefalograma para monitorar pacientes. O objetivo inicial da pesquisa era observar se os pacientes que sofriam de doenças terminais, como câncer, ou problemas crônicos, por exemplo, no coração, estavam suficientemente sedados para não sentirem dor. No entanto, o aparelho constatou que momentos antes da morte os pacientes passavam por uma explosão de atividade no cérebro que durava de 30 segundos a três minutos.
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A atividade era similar à de pessoas completamente conscientes, mesmo que os pacientes parecessem adormecidos e não tivessem pulso. Pouco depois do aumento, eles foram declarados mortos. Os médicos acreditam que, com a saída do sangue e a diminuição dos níveis de oxigênio, as células disparam um último impulso elétrico. Ele começa em uma parte do cérebro e se espalha em cascata, gerando uma rajada de atividade cerebral pouco antes da morte. Caso alguém passe por essa experiência mas acabe sobrevivendo, isso poderia explicar as experiências conhecidas como “quase morte” – como flutuar sobre o corpo, enxergar uma luz, ouvir coisas, etc...
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Outros estudos realizados em hospitais entre sobreviventes a paragens cardíacas em que se observou o fenômeno conhecido como experiência de quase-morte, demonstram apenas factos completamente explicáveis pela falta de oxigênio no cérebro em pacientes nos quais a morte encefálica não foi comprovada. As mesmas descrições de experiências de quase-morte podem ser reproduzidas por medicações como a quetamina ou por indução de hipóxia cerebral por alta gravidade, incluindo visão em túnel, comunhão com Deus, saída do corpo e alucinações.
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As investigações científicas sobre assuntos relacionados com o pós-morte sempre existiram e foram motivo de debate acadêmico. Mesmo com tanto interesse e a presença de numerosos relatos anedóticos, ainda não há qualquer comprovação científica que suporte essa hipótese.
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(5) INVERSÃO MRO
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É a prova mais clara. Um estudo da Universidade de Kentucky rapidamente ganhou território entre os cientistas como possivelmente a melhor explicação para as EQMs. Os pesquisadores dessa universidade teorizaram que o misterioso fenômeno é, na verdade, um exemplo de disfunção do sono, invasão de movimento rápido dos olhos ou invasão MRO. Nesse distúrbio, a mente de uma pessoa pode acordar antes de seu corpo, tendo alucinações e a sensação de estar fisicamente solta do corpo.
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Os pesquisadores de Kentucky acreditam que as EQMs são, na verdade, invasões MRO acionadas no cérebro por eventos traumáticos, como ataques cardíacos. Isso significa que as experiências de algumas pessoas após a quase morte são uma confusão por terem entrado rápida e inesperadamente em um estado de sonho. Isso ajuda a explicar o que sempre foi um aspecto complicado sobre as EQMs: como as pessoas podem experienciar visões e sons depois de confirmada a morte cerebral?
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A área em que a invasão MRO é acionada fica no tronco cerebral - região que controla a maioria das funções básicas do corpo - e ela pode funcionar independentemente da parte superior do cérebro. Então, mesmo depois de as partes superiores do cérebro terem morrido, o tronco cerebral pode continuar funcionando e a invasão MRO ainda pode acontecer.
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(6) PERCEPÇÃO EXTRA-CORPORAL
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Experiências extra-corporais 'naturais' costumam ser transitórias e geralmente desaparecem quando se tenta inspecionar diretamente as partes do corpo envolvidas. Com a experiência extra-corporal provocada pela estimulação elétrica -- e relatada pela equipe de Blanke na revista Nature em 19 de setembro -- não foi diferente: quando a paciente fechava os olhos durante a estimulação ou olhava diretamente para seus braços e pernas, eles apenas pareciam se mover em direção ao corpo, ou encolher.
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A posição do giro angular é privilegiada para integrar informações relativas à posição e a sensações complexas do corpo: ele fica na borda do lobo parietal, que já havia sido implicado anteriormente na percepção do espaço corporal, ou seja, na localização de objetos em relação ao corpo. De quebra, outro vizinho próximo é o córtex vestibular, que processa informações relativas à orientação da cabeça em relação à gravidade, inclusive sensações de peso ou leveza. Com vizinhos desse calibre, o giro angular talvez seja o lugar do cérebro onde nossa 'visão' interna do corpo é criada.
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Se for assim, a dissociação do corpo que caracteriza a experiência extra-corporal poderia ter uma explicação simples: uma falha na integração sensorial e vestibular que o giro angular normalmente desempenharia, causada, por exemplo, pela estimulação elétrica. Ou, na experiência de quase-morte, pela falência metabólica do cérebro. Esta, de fato, é a explicação alternativa para quem quase foi, voltou e ficou tentado a acreditar que esteve do lado de lá mesmo. De acordo com a 'hipótese do cérebro morrendo', defendida pela psicóloga Susan Blackmore e pelo neurocientista Michael Persinger, as experiências de quase-morte refletem o funcionamento residual em um cérebro que já não recebe o suprimento habitual de oxigênio e glicose.
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O giro angular, cuja estimulação elétrica é capaz de gerar a percepção de desligamento do corpo, vem agora integrar o rol das regiões do cérebro normalmente responsáveis pelas sensações vividas durante a experiência de quase-morte. Talvez não por coincidência, todas essas regiões -- inclusive o giro angular -- têm algo em comum: elas dividem o suprimento de sangue fornecido pelas artérias cerebrais posteriores, que irrigam a parte de trás do cérebro. Quando o corpo começa a se desligar, talvez um dos resultados seja uma 'ativação de despedida' dessas zonas do cérebro -- e, com ela, as experiências que quem volta pode contar. De qualquer forma, o fato é que a percepção extra-corporal está ligado a um fenômeno do cérebro, e não o desligamento da alma.
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(7) NÍVEIS ELEVADOS DE GÁS CARBÔNICO NO SANGUE
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Uma equipe chefiada pela doutora Zalika Klemenc-Ketis, da Universidade de Malibor, na Eslovênia, examinou eventos tidos como “inexplicáveis” em 52 pacientes com parada cardíaca. Desses 52 pacientes, 11 relataram terem tido EQM. Eles foram submetidos a um questionário com 16 itens, sobre paranormalidade, experiências transcendentais etc. Os pacientes davam pontos para os itens que eles acharam terem presenciado. A pontuação total de sete ou mais pontos qualificava como uma experiência de quase-morte.
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Além das experiências anteriores de quase-morte, os participantes também forneceram informações sobre demografia, grau de instrução, crença religiosa, o medo da morte e coisas afins. Entre eles não havia uma relação definida com sexo, nível educacional, crença religiosa, medo da morte, o tempo de recuperação ou drogas dadas durante a reanimação.
Enfim, não se podia traçar um paralelo entre eles, isto é, eram pessoas que não tinham muita coisa em comum, logo havia um certo problema com relação do tipo de formação delas; portanto, os efeito deveriam ser alheios a isso.
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Os investigadores tinham os dados clínicos e de laboratório para os participantes que tinham sido obtidos quando chegaram ao hospital. Estes incluíam pressão parcial de oxigênio e pressão de dióxido de carbono no sangue arterial periférico, a pressão parcial inicial de dióxido de carbono ao final da expiração, e os níveis séricos de sódio e potássio no sangue venoso. As amostras de sangue foram obtidas no prazo de cinco minutos após a admissão em todos os casos. Nível sérico é a concentração de algum metabólico presente no sangue, isto é, quanto tem de determinada substância (seja ela medicamentou ou uma outra substância química) no sangue.
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Os pesquisadores perceberam que os níveis de CO2 no sangue estavam mais elevados, mas não foi só isso; ao que parece, os altos níveis séricos de potássio também demonstraram ser muito importantes. Na pesquisa da Drª Klemenc-Ketis, as concentrações de potássio e dióxido de carbono apresentam fator crucial e ela até ficou admirada de não terem estudado isso antes. Segundo a drª Klemenc-Ketis, “nosso estudo adiciona informações novas e importantes para o campo da EQM. A associação com o dióxido de carbono nunca foi sido relatado antes, e merece um estudo mais aprofundado”.
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PORTANTO, AS “EXPERIÊNCIAS DE QUASE MORTE” NÃO CONSTIUEM-SE UMA “PROVA” DE VIDA PÓS-MORTE FORA DO CORPO E NEM AO MENOS PODEM SER TOMADAS COMO REAIS, MAS TÃO-SOMENTE COMO UM FENÔMENO FISIOLÓGICO QUE ENCONTRA SÉRIAS DIFICULDADES PELA FRENTE, NÃO APENAS NA QUESTÃO DA CIÊNCIA, COMO TAMBÉM NA QUESTÃO LÓGICA QUANDO MOSTRA AS VISÕES BEM RELATIVAS À CRENÇA PESSOAL DE CADA UM, ALÉM É CLARO DE CONTRADIZER A SAGRADA ESCRITURA QUE ATESTA E CONFIRMA PARA A NATUREZA HOLISTA DO SER HUMANO (Gn.2:7; Ez.18:4), E A DIFICULDADE DE SER SALVO (1Pe.4:8), O QUE CONTRARIA DIRETAMENTE AS “EQM”.
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OUTRO FATO IMPORTANTE A SER RESSALTADO É QUE, BIBLICAMENTE, “APÓS A MORTE VEM O JUÍZO” (Hb.9:27). ISSO SIGNIFICA QUE AS PESSOAS QUE “SAÍSSEM” DOS SEUS CORPOS DEVERIAM, ENTÃO, TEREM NECESSARIAMENTE QUE SER JULGADAS POR DEUS ANTES DE ENTRAREM NO CÉU OU NA CONDENAÇÃO. A CONTRADIÇÃO, CONTUDO, RESIDE NO FATO DE QUE EM ABSOLUTAMENTE NENHUMA DAS “EQM” ALGUÉM RELATA PASSAR POR UM JUÍZO DA PARTE DE DEUS ANTES DE ENTRAR NA “GLÓRIA”. ISSO ACONTECE PORQUE A ESTRONDOZA MAIORIA DOS PACIENTES NÃO CONHECEM QUASE NADA DE BÍBLIA. TUDO O QUE ELES CONHECEM É O QUE A TEOLOGIA POPULAR AFIRMA COM RELAÇÃO A CÉU E A INFERNO, TAIS COMO SÃO POPULARMENTE ACEITOS.
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SE ELAS SOUBESSEM DE BÍBLIA, SABERIAM QUE ANTES DE VER A TAL DA “LUZ” OU ENTRAR NO CÉU, DEVERIAM PRIMEIRO SER JULGADOS (Hb.9:27), E TAMBÉM SABERIAM QUE ESSE JUÍZO SÓ ACONTECE NA RESSURREIÇÃO DOS MORTOS, NA SEGUNDA VINDA DE JESUS (2Tm.4:1). ISSO EXCLUI AS CHANCES DAS “ALMAS” OU “ESPÍRITOS” SEREM JULGADOS ANTES DISSO PARA JÁ ESTAREM NO CÉU OU NO INFERNO. POR ISSO MESMO, É NOS DITO QUE DAVI AINDA “NÃO SUBIU AOS CÉUS” (At.2:34), E QUE “A ALMA QUE PECAR, ESSA MORRERÁ” (Ez.18:4), POR ISSO, “OS MORTOS NÃO SABEM DE COISA NENHUMA... MAS TEM A MEMÓRIA ENTREGUE AO ESQUECIMENTO” (Ec.9:5). DE TODAS AS PROVAS, A QUE MAIS DERRUBA AS EXPERIÊNCIAS DE QUASE MORTE NÃO SÃO AS PROVAS LÓGICAS OU CIENTÍFICAS, MAS PRECISAMENTE A PRÓPRIA BÍBLIA SAGRADA COMO LIVRO “DIVINAMENTE INSPIRADO POR DEUS” (2Tm.3:16).
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UM FORTE ABRAÇO EM CRISTO JESUS,
FIQUE COM DEUS!