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POR DETRÁS DO CATOLICISMO
POR DETRÁS DO CATOLICISMO

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Os trechos a seguir estão contidos no livro “Filho do Fogo”, volume 2, do ex-satanista Daniel Mastral, que revelou alguns dos planos de Satanás e a forma com a qual ele atua. No capítulo 6 da parte 3 do livro, ele descreve a fala de um dos líderes do Satanismo em São Paulo, que relata os avanços dos planos de Satanás e como ele se infiltrou na Igreja ao longo dos séculos.  

 

- Então vejam: do ano zero ao ano 666 aconteceu o Primeiro Ciclo. Com mais um salto de seiscentos e sessenta e seis anos chegamos ao ano de 1332, o Segundo Ciclo. Com mais seiscentos e sessenta e seis anos, cairemos no ano de 1998. Sei que o contexto numerológico não é novidade para vocês. O número 9 — o 666 condensado — , e o número 5 — uma alusão ao Pentagrama, símbolo de Poder e Domínio, símbolo da Alta Magia — são os números mais fortes dentro do Satanismo e tudo gira em torno deles. Mas voltemos ainda um pouco à questão dos três Ciclos. Em cada Ciclo foi cumprida uma etapa do plano estratégico de Lucifér. Sabemos que o culto a Deus e o culto a Lucifér já existiam muito antes do advento de Jesus, certo?

 

Mas os três Ciclos têm a ver com uma oposição completa à Aliança desse Cristo. A estratégia do anticristo só pôde existir depois do aparecimento do Cristo, é óbvio. Deus, em sua insanidade, prometeu pisar a cabeça da Serpente através do Seu Enviado. Mas nós sabemos quem tem o reino mais poderoso. E o reino mais poderoso aponta qual dos dois é o detentor do Poder verdadeiro! Sabemos que Jesus nasceu um pouco antes do ano zero, mas é importante manter-se dentro do calendário Gregoriano. Por isso, tão logo Lucifér conheceu o Cristo, no ano zero, iniciou-se aí também o seu plano contra esse enviado de Deus!

 

Era necessário algo que viesse a neutralizar a estratégia de Deus. Nos primeiros 666 anos começou a ser revelado paulatinamente o que fazer. O pai [por “pai” traduz-se “Lúcifer”, para os satanistas] começou a mostrar-se muito devagar... o exército satânico começou a ser organizado. E o inimigo — a recém inaugurada Igreja — começou a ser son­dada! Isso é primário, a estratégia de ataque ao inimigo dependeria muito de como seria a Igreja, de como se comportaria. Para que um ataque seja certeiro há que se conhecer em detalhes o oponente. A luta não depende apenas de nós, mas também das condições do inimigo. Era necessário saber de tudo, acompanhar, espionar: como estavam se desenvolvendo, o que eles sabiam, o que não sabiam, etc. Isto é muito intuitivo. Não se pode criar uma estratégia "da cartola", mas somente após a coleta de dados! Isso aconteceu basicamente no Primeiro Ciclo, foi feita uma monitoragem completa, um acompanhamento do crescimento do Cristianismo no mundo.

 

E foi relativamente fácil plantar sementes malignas logo de cara. O sincretismo religioso, por exemplo, foi uma delas. O Apóstolo Paulo fundou Igrejas mas logo elas foram contaminadas. Ele mesmo teve que exortar tremendamente as Igrejas novinhas porque era muito fácil que algumas delas se desviassem rapidamente da rota. Vejam na época do Imperador Romano Constantino, que era pagão e adorador do deus sol invicto. No início do quarto século ele tornou o Cristianismo a religião oficial do Império Romano. Foi o fundador das bases da Igreja Católica Apostólica Romana. Mas o Decreto foi um golpe político. Constantino observou que os grupos Cristãos vinham corajo­samente subsistindo apesar da perseguição acirrada que teve início principal­mente na época de Nero. Quanto mais eram perseguidos, mais fortes pareciam ficar. Apesar de não serem maioria. Então era interessante obter o apoio daquele grupo em Roma.

 

E através do Concilio de Nicéia, em 325, o Cristianismo tor­nou-se a religião oficial do Império. Mas vejam que golpe de mestre: quando deixaram de ser perseguidos, quando foi dado todo o aval para que cultuassem ao seu Deus... a coisa começou a ir por água abaixo. Constantino sugeriu, na verdade, uma unificação do Cristianismo com as religiões politeístas da época. Os Templos Pagãos foram modificados convenientemente, mas mantidos. Bem como as suas imagens de escultura, cujos nomes foram apenas modificados. Porque a essência daquele povo romano não poderia ser assim retirada do dia para a noite. Mas os Cristãos também tinham que sair contentes do acordo. A solução era um sincretismo com carinha mais Cristã do que pagã!

 

E a partir daí foi só induzir mais e mais ao erro. A raiz da idolatria já existia dentro do Cristi­anismo. Paulo e Pedro curaram pessoas à distância. Alguns Cristãos dos primei­ros séculos fizeram a mesma coisa. De forma que havia peregrinações e visitas "místicas" aos túmulos dessas pessoas. Constantino deu um jeito de potencializar mais ainda esse erro: construiu Igrejas sobre os túmulos e incentivou a adoração de mortos e imagens dentro do Catolicismo. E esse foi apenas um dos erros cometidos! O batismo de crianças foi logo introduzido, uma maneira de não deixar escapar ninguém daquela nova estrutura religiosa. E como era Decreto do Imperador não havia como se esquivar: todos tinham que ser Cristãos, quises­sem ou não!

 

É claro que logo as bases das doutrinas Cristãs começaram a ser deturpadas e violentamente impactadas. Mas sutilmente! E aquilo que tinha apa­rência de Cristianismo realmente ficou só na aparência. Estava feito! A partir daí iniciou o processo. A Igreja Católica realmente despontou como líder absoluta e começou a propagar para o mundo um sistema religioso deturpado e falido, anti-bíblico e cheio de engano. Isso foi estrategicamente bem planejado por Lucifér. Porque o Cristianismo puro não poderia crescer! O engano foi semeado... e floresceu, deu frutos que perduram até hoje. Como vocês sabem há Principados (demônios) agindo por trás dos grandes Sistemas Religiosos. Principados que monitoram, comandam, regem e perpetuam esse enganos. 

 

Novamente ele projetou os slides e continuou falando com muita proprieda­de e conhecimento. 

 

— No Segundo Ciclo o interesse maior do Império das Trevas não foi em relação ao Cristianismo pelo simples fato de que ele estava totalmente contami­nado. O vírus do engano já tinha sido plantado dentro dele. O sistema religioso não oferecia qualquer perigo. Uma vez minada a base Cristã — pelo menos tem­porariamente — Lucifér usou o período do Segundo Ciclo para começar a organi­zar os grupos que viriam a trabalhar com ele. O fato da Igreja estar inoperante garantiu tempo para que fosse organizado e treinado o nosso próprio exército. 

 

Na verdade, os "primórdios" desse exército! Nesse período a Irmandade [Irmandade é o nome da organização satânica] come­çou a esboçar uma organização mais categórica. E o início da revelação estraté­gica do anticristo começou a ser repassado. No final do Segundo Ciclo, no ano 1.100, deu-se início às Cruzadas. Teria sido uma tentativa de levante Cristão? Ou algo bem diferente disso? Vejam por vocês mesmos: na época havia alguns líderes proeminentes dentro da Igreja Católica e que eram adoradores das Tre­vas. E tinham como função criar todo um desconforto em relação às atitudes dos Cristãos perante o mundo. E saboreiem a sábia artimanha!

 

Tudo o que é imposto à força deixa de cumprir o princípio do Amor. As Cruzadas mais destruíram do que construíram... em nome do Amor! O rótulo negativo nunca mais foi tirado. Foi mais uma tentativa de Lucifér em causar amortecimento de todo e qualquer foco de Cristianismo autêntico. Porque as Cruzadas eram uma forma de imposi­ção de um Cristianismo dentro dos moldes de quem? Da Igreja Católica Apostó­lica Romana! Que cada vez mais distanciava-se da Verdade de Deus. Ou seja, qualquer um que porventura "achasse" diferente, que quisesse ler a Bíblia ou seguir um Cristianismo puro seria sumariamente destruído. Era importante con­tinuar semeando o erro. E por fim... o Terceiro Ciclo! Ele começou em 1332 e está para terminar. Foi um período bastante importante. A Irmandade de fato foi organizada a nível mundial.

 

O projeto das doze Bases foi explicitado, desde aonde seriam elas até quando deveriam estar em pleno funcionamento; a rede satânica foi estendida sobre o mundo nas suas mais diversas ramificações; as culturas foram melhor permeadas; o príncipe deste mundo consolidou a vanta­gem do seu reinado. Em outras palavras: a doutrina Satânica alastrou-se pelo planeta disfarçada em milhares de formas diferentes! Mas nosso pai aproveitou também para consolidar a imagem negativa da Igreja Católica, que continuava sendo a única expressão de Cristianismo. Mais pedras de tropeço foram coloca­das. O mundo tinha que olhar para o Cristianismo e enxergá-lo desvirtuado! Naturalmente não há vantagem alguma em destruir o Catolicismo. É muito mais proveitoso torná-lo inoperante em termos de verdade Cristã. Alguma coisa nesse sentido foi conseguida através da Inquisição.

 

Nessa época, a mesma coisa: havia pessoas da Irmandade incumbidas de fazer o Cristianismo Católico continuar perdendo a credibilidade. Quanto a isso dispensa-se comentários. A Inquisição foi uma "Caça às Bruxas", em outras palavras. Mas muita gente de bem morreu, sem culpa no cartório. Uma coisa eu lhes garanto: nenhuma Bruxa de verdade, que estivesse adorando de fato a Lucifér, foi morta. Porque a Inquisição nasceu no coração dele. Em nome de Deus queimaram-se milhares de inocentes! Não havia escapatória possível uma vez que fosse feita a acusação. Se a pessoa con­fessasse o "crime", morria mais rápido. Se não confessasse, morria lentamente sob tortura! Sei que todos vocês já viram os nossos troféus, não? Os instrumen­tos de tortura utilizados nessas épocas de glória para nós e humilhação completa para os Cristãos.

 

E hoje esse sangue está nas mãos deles, daqueles que dizem ter de si o Amor de Deus. Uma perversidade destas... torturar uma pessoa até a morte sendo que ela está ali, jurando de pés juntos, que é inocente! Realmente... que bela pegada de nosso pai na História. Ainda que nossa Organi­zação não existisse como uma Entidade Internacional o objetivo foi alcançado. Mas em 1523 surgiu um imprevisto... a Reforma Protestante! Martinho Lutero entrou em cheque com o Papa Leão X por causa da venda de indulgências cujos fundos iam para a construção da nova Basílica de São Pedro em Roma. Em 31 de outubro de 1517 Lutero afixou 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg. Em linguagem que todo o populacho era capaz de compreender! E isso deu início à Reforma.

 

E daqueles escritos brotou uma nova doutrina, uma doutrina que retomava a essência do Evangelho. Nisto veio uma mudança signi­ficativa, a princípio, e houve que se abafar novamente esta tentativa de retorno ao Evangelho verdadeiro. A Igreja Protestante também foi alvejada com sucesso nas suas bases porque logo rachou em duas e, a partir daí, surgiu uma gama incontável de ramificações dentro da denominação. O que só contribuiu para fazer desacreditada a sua doutrina. Se eles não conseguem entender-se entre si como podem querer evangelizar o mundo?! Hoje nossos esforços contra a Igreja Cristã restringem-se, vocês sabem, aos poucos Evangélicos que ainda têm a visão do Cristianismo Puro. Todas as outras linhas ditas "Cristãs" já não o são na realidade. E não oferecem mais o menor impedimento às nossas ações! A miscelânea foi total. Mas ainda que haja esse pequeno grupo dentro da Igreja Protestante — ou Evangélica — que de fato cultua ao Deus Vivo... eles estão com os dias contados.  

 

Constantino não encontrou grandes dificuldades para introduzir no ceio da Igreja um sincretismo religioso altamente corrosível. As trevas penetraram, tomaram conta e a Igreja se prostituiu com seus amantes. Tornou-se uma instituição que abrigou um cem número de doutrinas e práticas nocivas a fé cristã. 

 

Israel também teve seus tropeços. Apesar de tantas manifestações do poder de Deus, erigiu altares à mesma Rainha do Céu e a Baal, o rei da Terra. A tática satânica mais bem articulada é pregar uma mensagem pa­recida o máximo possível com cristianismo, mas introduzindo aqui e aco­lá um veneno ardente que ao ser ensinado com linguajar “cristão” pode até passar desapercebido. 

 

Paulo já predizia:

 

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas" (2ª Timóteo 4:3-4)

 

O verdadeiro Cristianismo é aquele que era tanto pregado por Paulo, o do Evangelho puro e imaculado, dedicado única e exclusivamente a apenas uma pessoa, que é Cristo: 

 

“O mesmo zelo que Deus tem por vocês eu também tenho. Porque vocês são como uma virgem pura que eu prometi dar em casamento somente a um homem, que é Cristo. Pois, assim como Eva foi enganada pelas mentiras da cobra, eu tenho medo de que a mente de vocês seja corrompida e vocês abandonem a devoção sincera e pura a Cristo” (2ª Coríntios 11:2-3)

 

 

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