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A SOLA SCRIPTURA NA BÍBLIA (VERSÃO ANTIGA)
A SOLA SCRIPTURA NA BÍBLIA (VERSÃO ANTIGA)

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Já que infinitas heresias não estão em lugar nenhum da Bíblia, os católicos obviamente partem para a segunda opção: Dizer que nem todas as verdades doutrinárias podem ser encontradas na Bíblia!

 

Traduzindo: A Bíblia é doutrinariamente INSUFICIENTE, Deus fez uma Palavra de Deus que não serve para guardar todas as verdades e os ensinamentos necessários do Cristianismo dentro dos mais de 1100 capítulos da Bíblia canônica. Há certamente uma infinidade de coisas importantíssimas nas quais Deus se esqueceu de colocar na Bíblia, mas os católicos lembraram, e adicionaram como regra de fé e doutrina.

 

Então, é preciso primeiramente ensinar e defender o ensinamento básico da Sola Scriptura, tão odiada pelos católicos, afinal é típico de católico questionar a autoridade da Bíblia uma vez que eles percebem que a doutrina deles está de total desacordo com as Escrituras. Primeiro, vamos saber o que é a “Sola Scriptura”:

 

Ao contrário do que muitos católicos inutilmente forçam, a Sola Scriptura não é o dogma de que TUDO tem que estar na Bíblia. Não dá para provar pela Bíblia que o Word Trade Center caiu, mas nenhum Evangélico duvida disso. Não dá pra provar pela Bíblia a teoria da relatividade de Einstein, e nem a segunda lei da Termodinâmica. Isso pode parecer óbvio, mas muitos tentam inutilmente desmerecer o ensinamento da Sola Scriptura dizendo que nem tudo tem que estar na Bíblia. A realidade do ensinamento da Sola Scriptura é que todas as doutrinas podem ser encontradas dentro da Bíblia. A Palavra de Deus é mais do que SUFICIENTE, não há nenhuma doutrina que Deus tenha omitido na Bíblia, que Deus tenha esquecido de colocar nela. Ademais, pior ainda do que isso é contradizer o que a Bíblia afirma. Isso é o pior. Porque de todas as doutrinas do catolicismo que não são encontradas na Bíblia de jeito nenhum, grande parte delas, para não falar todas, ainda consegue o feito de contradizer os ensinamentos da Palavra de Deus, o que é mais absurdo ainda. Por exemplo: A Bíblia diz que o homem é justificado pela fé genuína. Qualquer ensinamento que venha posterior a isso, dizendo que o homem é justificado por pagar penitências ou indulgências, pelo sacrifício no esforço de ganhar a graça Divina mediante as boas obras contradiz o que a Bíblia diz. E, mesmo que ela não fosse a única regra de fé, ainda assim seria absurdamente impossível contradize-la. E o que os Concílios católicos fazem não é acrescentar doutrinas fora da Bíblia, mas principalmente contradizer a Bíblia com as suas “inovações”.

 

Todas as doutrinas podem e devem passar pelo teste bíblico. Todas as doutrinas devem estar contidas na Bíblia. Isso está explícito em Atos 17:11, que diz: “Ora, os cristãos de Beréia eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.”. Veja que os cristãos de Beréia analisavam diariamente nas Escrituras para ver se os ensinamentos, se as doutrinas que eles estavam recebendo eram ou não verdadeiras. E o que o autor nos diz? Que os cristãos de Beréia estavam errados? Que assim como o catolicismo faz, eles também poderiam aceitar todo e qualquer ensinamento mesmo se não estiver dentro da Bíblia? NÃO! Ele elogia os cristãos de Beréia pela atitude deles, dizendo que eles eram mais nobres do que os de Tessalônica (isso que os cristãos de Tessalônica foram os mais elogiados nas cartas paulinas). E o mais interessante ainda de tudo isso é que se tratava de nada mais nada menos do que de Paulo! Paulo a Bíblia diz ser o apóstolo que mais trabalhava, o apóstolo que subiu até o Terceiro Céu, que viu o Senhor Jesus Cristo em glória na estrada de Damasco, o autor de inúmeras epístolas da Bíblia, que espalhava o Cristianismo em várias regiões do mundo daquela época, mas mesmo assim o que ele ensinava deveria estar dentro das Escrituras!!! Isso porque todas as doutrinas devem estar dentro das Escrituras, e disso nem Paulo estava isento!

 

Já imaginou o que aconteceria se os católicos fossem “nobres” e aprendessem com os Cristãos de Beréia? Já imaginou se os católicos também seguissem o mesmo exemplo e examinassem diariamente nas Escrituras cada doutrina “nova” deles para ver se “as coisas eram assim”??? Era o FIM do catolicismo!!! Era o fim dos títulos de Maria, era o fim do purgatório, era o fim de tantos e tantos acréscimos que além de não serem encontrados na Bíblia ainda contradiz o que a Bíblia diz. Isso não poderia acontecer!

 

1Coríntios 4:6“E eu, irmãos, apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; que em nós aprendais A NÃO IR ALÉM DAQUILO QUE ESTÁ ESCRITO, não vos ensoberbecendo a favor de um contra outro.”. Nesta passagem de Coríntios o que mais impressiona, na verdade, é que Paulo diz sobre aquilo que ESTÁ escrito, e não aquilo que SERÁ escrito, ou daquilo que VAI SER escrito. E não era para ir além daquilo que já estava escrito!!! Esta é a verdade fundamental: Sola Scriptura! Paulo está ensinando a unidade das verdades na mensagem das Escrituras. Ou seja, que eles se orientassem e não fossem além das Escrituras. Novamente, se os católicos aprendessem com Paulo e não fossem além daquilo que já estava escrito, muita coisa iria mudar...

 

E que as verdades necessárias estão contidas todas dentro da Bíblia, e que não há revelação alguma ou alguma outra regra de fé adicional fora daquilo que já estava pregado, está explícito em várias passagens:

 

2 Coríntios 11:
2
O mesmo zelo que Deus tem por vocês eu também tenho. Porque vocês são como uma virgem pura que eu prometi dar em casamento somente a um homem, que é Cristo.
3 Pois, assim como Eva foi enganada pelas mentiras da cobra, eu tenho medo de que a mente de vocês seja corrompida e vocês abandonem a devoção sincera e pura a Cristo.
4 Porque vocês suportam com alegria qualquer um que chega e anuncia um Jesus diferente daquele que anunciamos. E aceitam um espírito e um evangelho completamente diferentes do Espírito de Deus e do evangelho que receberam de nós.

 

Analisando o que Paulo escreve: Você acha que ele achava por bem e concordava com o fato de mais e mais acréscimos ao longo dos anos, que fizessem acima de tudo distanciar o Evangelho já pregado por Paulo, o Evangelho puro e simples, dedicado exclusivamente a uma única pessoa, que é Cristo? Você acha que ele achava por bem dar tantos e tantos títulos a Maria, por exemplo: Mãe de Deus, Advogada, Adjutriz, Medianeira das Graças, Auxiliadora, Intercessora, Rainha dos Céus, etc, etc, etc...? Você acha que isso é abandonar a devoção pura e sincera dedicada a APENAS UMA PESSOA, QUE É CRISTO?.

 

O medo de Paulo era exatamente esse! Que honrassem e servissem mais a criatura do que ao Criador:

 

Romanos 1.21 Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
22 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
23 E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
24 Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
25
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.

 

O Apóstolo Paulo fundou Igrejas mas logo elas foram contaminadas. Ele mesmo teve que exortar tremendamente as Igrejas novinhas porque era muito fácil que algumas delas se desviassem rapidamente da rota. Paulo não achava, de maneira NENHUMA, que o Evangelho ainda estava “em aberto”, que as doutrinas ainda não estavam na sua totalidade explícitas. Traduzindo: Paulo não concordava que o Evangelho do qual ele pregava passasse por tanta mudança, por tanta alteração, por tanta inovação e acréscimo, abandonando a devoção pura e sincera a Cristo. Isso porque o Evangelho não é uma coisa complicadíssima, e complexa. Mas o Evangelho no qual eles pregavam era um Evangelho simples, dedicado única e exclusivamente a Cristo, porque o viver era Cristo, e o morrer era lucro (para estar com Cristo), e nós somos embaixadores de Cristo nessa terra. O fato de que o Evangelho não deveria passar por acréscimos e alterações está ainda mais bem explícito em Gálatas 1:8-9:

 

Gal 1:8 - Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.
Gal 1:9 - Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.

 

Veja que Paulo repreende a qualquer um que anunciasse um Evangelho diferente daquilo que “JÁ HAVIA ANUNCIADO!”. Ele não faz qualquer alusão, nem explícita e nem implícita de que o Evangelho anunciado iria passar por mudanças ao longo dos anos, que cada vez mais e mais doutrinas seriam acrescentadas... NÃO!!! Ele repreende qualquer um que anunciasse um evangelho diferente daquele que já havia sido anunciado, até mesmo se viesse de um anjo do céu!!! Ele não abre espaços para mais adições, o Evangelho já estava anunciado, as verdades já haviam sido descobertas, não há nada de tão importante que Paulo não houvesse escrito em suas dezenas de cartas, não há nenhuma outra doutrina ou outro ensinamento que ainda deveria vir...! O que já havia sido anunciado era mais do que o suficiente!!! A Bíblia é de todo mais do que suficiente! O Evangelho puro e simples na devoção somente a Cristo, somente ao Criador, e não à criatura, era o Evangelho anunciado, e que NÃO deveria passar por mais acréscimos ao longo dos anos!!! Essa verdade é tão evidente que em inúmeras outras passagens Paulo passa a sua preocupação quanto a devoção da Igreja, se eles iriam ou não abandonar a devoção pura e sincera à Cristo, se eles iriam abandonar ou não o evangelho já anunciado:

 

“Então não seremos mais como crianças, arrastados pelas ondas e empurrados por qualquer vento de ensinamentos de pessoas falsas. Essas pessoas inventam mentiras e, por meio delas, levam outros para caminhos errados.” (Ef.4:14)

 

“Mas é preciso que vocês continuem fiéis, firmados sobre um alicerce seguro, SEM SE AFASTAR da esperança que receberam quando ouviram a boa notícia do Evangelho. Foi desse evangelho que eu, Paulo, me tornei servo, e é esse evangelho que tem sido anunciado no mundo inteiro” (Cl.1:23). O tal Evangelho que Paulo tanto anunciava era somente sobre o conhecimento já obtido ou também sobre os acréscimos que o Evangelho iria sofrer? Porque Paulo alerta aos Colossenses “não se afastarem”??? Ora, Paulo diz para não se afastarem do daquilo que já havia sido anunciado, daquilo que já havia sido escrito! Logo, qualquer coisa que viesse depois disso, qualquer acréscimo por menor que fosse estaria desviando os ensinamentos de Paulo, afastando daquele evangelho que Paulo anunciava, que está contido em dezenas de epístolas paulinas, que estão contidas na Bíblia!!!

 

“Eu trabalho para que o coração deles se encha de coragem e eles fiquem completamente enriquecidos com a segurança que é dada pela verdadeira compreensão do segredo de Deus. Esse segredo é Cristo, o qual é a chave que abre todos os tesouros escondidos do conhecimento e da sabedoria que vêm de Deus. Eu digo isso a vocês para que não deixem que ninguém os engane com explicações falsas, MESMO QUE PAREÇAM MUITO BOAS. Porque, embora no corpo eu esteja longe, em espírito eu estou com vocês. E fico alegre em saber que vocês estão unidos e firmes na fé em Cristo” (Cl.2:2-5). Séculos depois Paulo volta e vê o que a Igreja Católica se tornou depois de Constantino...

 

“Tenham cuidado para que ninguém os torne escravos de argumentos sem valor, que vêm da sabedoria humana. Essas coisas vêm dos ensinamentos de CRIATURAS HUMANAS E DOS ESPÍRITOS QUE DOMINAM O UNIVERSO, E NÃO DE CRISTO”(Cl.2:8). O Evangelho que Paulo pregava, que já estava fechado, vinha de Deus (Gl.1:11). O evangelho “acrescentado”, então, vinha de ensinamentos humanos, impulsionados pelos espíritos que dominam o universo, isto é, por Satanás.

 

“Se essa pessoa ensina alguma doutrina diferente e não concorda com as verdades das palavras do nosso Senhor Jesus Cristo e com os ensinamentos da nossa religião, essa pessoa está cheia de orgulho e não sabe nada” (1Tm.6:3)

 

“Algumas pessoas que tinham esse “conhecimento”, se desviaram do caminho da fé” (1Tm.6:21). Já no tempo de Paulo havia cristãos que se desviavam, mas para os católicos a doutrina pregada por Paulo permaneceu intacta por muitos e muitos séculos...

 

“Pois vai chegar o tempo em que as pessoas não vão dar atenção ao verdadeiro ensinamento, mas seguirão os seus próprios desejos. E arranjarão para si mestres, que vão dizer a elas o que elas querem ouvir. Essas pessoas deixarão de ouvir a verdade para dar atenção às lendas” (2Tm.4:3,4). Essa daí é boa pra mostrar para aqueles que acreditam na assunção de Maria...

 

“Não se deixem levar por ensinamentos diferentes e estranhos que tirem vocês do caminho certo.” (Hb.12:9). Para os católicos o versículo ficaria assim: “Se deixem levar por ensinamentos diferentes que vocês estarão indo pro caminho certo”...

 

Vemos, portanto, com tudo isso, que os tais “ensinamentos”, as doutrinas e o caminho correto a ser seguido já estava anunciado, e não estava aberto a demais acréscimos. Logo, a Bíblia contém toda a verdade necessária para se chegar a Deus e é suficiente para encontrarmos nela todas as doutrinas nas quais precisamos saber. O Evangelho anunciado por Paulo e pelos demais apóstolos já estava fechado. Acréscimos é só na Igreja Católica.

 

 

MAS E A TRADIÇÃO?

 

Este foi um dos grandes problemas enfrentados pelo Senhor Jesus. A religião judaica havia se tornado incrivelmente tradicionalista. Havendo cessado a revelação, os judeus, já no segundo século antes de Cristo, produziram uma infinidade de tradições ou interpretações da Lei, conhecidas como Mishnah. Essas tradições foram cuidadosamente guardadas pelos escribas e fariseus por séculos, até serem registradas nos séculos IV e V A.D., passando a ser conhecidas como o Talmude,10 a interpretação judaica oficial do Antigo Testamento até o dia de hoje. Muitas dessas tradições judaicas eram, entretanto, distorções do ensino do Antigo Testamento. Mas tornaram-se tão autoritativas, que suplantaram a autoridade do Antigo Testamento. Jesus acusou severamente os escribas e fariseus da sua época, dizendo:

Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens. E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a vossa própria tradição... invalidando a palavra de Deus pela vossa própria tradição que vós mesmos transmitistes... (Mc 7.7-9,13).

O Apóstolo Paulo também denunciou essa tendência. Escrevendo aos colossenses, ele advertiu:

Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo... Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças: Não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? (Cl 2.8,20-22).

Quinze séculos depois, os Reformadores se depararam com o mesmo problema: as tradições contidas nos livros apócrifos e pseudepígrafos, nos escritos dos pais da igreja, nas decisões conciliares e nas bulas papais também degeneraram em tradicionalismo. As tradições eclesiásticas adquiriram autoridade que não possuíam, usurpando a autoridade bíblica.

 

Nosso Senhor Jesus Cristo também condenou a tradição:

 

“Hipócritas! Isaías estava certo quando disse a respeito de vocês o seguinte: Este povo com a sua boca diz que me respeita, mas na verdade o seu coração está longe de mim. A adoração deste povo é inútil, pois eles ensinam preceitos humanos como se fossem meus mandamentos.” (Mt.15:7-9)

 

Mas o que dizer então de algumas passagens em que Paulo parece pregar a favor da tradição? Seria uma contradição bíblica? Absolutamente que não! Em primeiro lugar, muitas vezes a “tradição” era o próprio estilo de vida de Paulo, como em 2Tessalonicensses 3:9, que diz: “Não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar em nós mesmos exemplo (“tradição”), para nos imitardes”. As pessoas confundem muito a tradição bíblica dentro do contexto que Paulo falava com a “tradição” católica. Em todas as orientações que foram dadas sobre comunicação oral, os apóstolos ordenavam sobre pronomes pessoais: "palavras que de MIM tendes ouvido". Paulo nunca mandou alguém a obedecer quem não fosse apóstolo e queria que fosse ensinado o que saiu dele mediante TESTEMUNHAS: "- E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros". (2Tm.2:2).

 

Mais um detalhe: para ser apóstolo, deveriam existir dois requisitos básicos: "(At 1:20-22) - Porque no livro dos Salmos está escrito: Fique deserta a sua habitação, E não haja quem nela habite. Tome outro o seu bispado. É necessário, pois, que, dos homens que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós, começando desde o batismo de João até ao dia em que de entre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição". Nenhum outro homem, além dos doze, merecia tal título. Paulo foi chamado Apóstolo dos Gentios devido ao seu chamado, não se considerava como um dos doze e depois dele nenhum outro homem mereceu este título, por não preencher os requisitos básicos do apostolado. Portanto, a autoridade apostólica morre com o último apóstolo, João, restando seus ensinamentos escritos, o que aliás foi o mais importante critério para determinação do Cânon do Novo Testamento pela Igreja Primitiva.

 

Negamos a Tradição Oral porque ela foi a maior fonte de problemas já na teologia do Antigo Testamento, torcendo as palavras já escritas na Torah; e ela também tem sido comprovadamente a maior fonte de heresias no meio da Igreja Romana. No caso do Antigo Testamento, dizia Jesus aos fariseus: "E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição". (Mc.7:9). Note-se que Deus não deixou nada escrito, tanto no Antigo Testamento como no Novo. Mas a existência de ESCRITURA deixada por Moisés e outros homens de Deus limitou todos os sermões de Jesus a somente o que estava escrito. Ele combatia tudo o que se afastasse do que estava escrito. Paulo e os demais apóstolos podiam aconselhar os irmãos a seguir o que dissessem, pois estavam VIVOS e seu testemunho era real. Após suas mortes, tudo o mais que alguém poderá dizer que ouviu deles é mera especulação. Tome-se, por exemplo, a Igreja da Galácia: tinha sido evangelizada e fundada PESSOALMENTE pelo apóstolo (At 18:23), mas isso não impediu que os crentes ali logo perdessem a fé genuína para os judaizantes, obrigando Paulo a, POR ESCRITO, trazê-los de volta à verdadeira fé:


"Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco" (Gl.4:11). "É bom ser zeloso, mas sempre do bem, e não somente quando estou presente convosco" (Gl.4:18) “Corríeis bem; quem vos impediu, para que não obedeçais à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chamou" (Gl.5:7,8). E Paulo termina sua pregação, por estar ausente, por meio de documento escrito: “Vede com que grandes letras vos escrevi por minha mão" (Gl.6:11)


Se isso aconteceu num curto período de tempo, ainda em vida do Apóstolo que evangelizou os gálatas pessoalmente e em sua ausência se perderam, o que não dizer de séculos de ignorância quando a Igreja de Roma inclusive PROIBIA a leitura da Bíblia por seus seguidores?

 

 

CONCLUSÃO

 

Não há nenhum ensinamento, nenhuma doutrina, que Deus não tenha colocado em Sua Palavra. O próprio Cristo Jesus detona com a tradição humana:

 

“Hipócritas! Isaías estava certo quando disse a respeito de vocês o seguinte: Este povo com a sua boca diz que me respeita, mas na verdade o seu coração está longe de mim. A adoração deste povo é inútil, pois eles ensinam preceitos humanos como se fossem meus mandamentos.” (Mt.15:7-9)

 

E se algum católico quiser vir refutar este texto, que faça antes uma lista das coisas tão importantíssimas que Deus esqueceu de colocar na Bíblia.

Estava pensando aqui: Católico diz tanto que a coisa toda não tá na Bíblia, que quando vejo um questionamento desses, eu penso que ele não quer Bíblia não... ta certinho meu pensamento?

Aí então continuei pensando assim: Vai vê que tem alguma coisa.... douuuutrina deles que não tá na Bíblia... to certinho?

Bom, aí continuei pensando assim: Poxa gente, bem que os católicos podiam dizer pra nós qual dessas doutrininhas deles que não tem na Bíblia. Ou... ou... ou, presta atenção ... ou, ensina pra nós o que vocês descobriram quem nem precisa da Bíblia pra explicar.

Vocês podem fazer isso por favor, católicos?

 

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Por: Lucas Banzoli.

 

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