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O ATEÍSMO É FALSEÁVEL?
O ATEÍSMO É FALSEÁVEL?

O CRISTIANISMO É INFALSIFICÁVEL; O ATEÍSMO É FALSIFICÁVEL!

 

Qualquer um que tenha estudado Apologética por que dois minutos tem provavelmente ouvido a citação que soa algo como “Deus é infalsificável”. O que o Ateísta está dizendo aqui é que, basicamente, nós temos inventado Deus e o concebido de tal maneira que ele é completamente à prova de evidência. Ele é tão invisível que não pode ser visto; e tão imaterial que não pode ser sentido. As únicas pessoas que tem ouvido que ele falou, são pessoas que já estão convencidas de que ele existe. Portanto, a declaração “Deus existe” não pode ser testada por qualquer método científico. As pessoas que pensam que esta seja uma boa razão para crer que Deus não existe apoiam-se naquilo que é comumente referido como o “Princípio da Verificabilidade”.

 

Este princípio foi proposto por A.J. Ayer em 1936. Simplesmente declarado, o princípio diz que qualquer declaração para ser considerada válida, deve ser suscetível de verificação empírica (pelos 5 sentidos). Se uma declaração for testada empiricamente e for falsa, então é aceita como falsa. Se uma declaração for testada e for verdadeira, então é aceita como verdadeira. Se uma declaração não pode ser testada empiricamente, então a declaração é sem sentido (nem verdadeira, nem falsa). Uma das mais famosas declarações sem sentido é “Twas brillig and the slithey toves did gyre and gimble in the wabe” (Tera o Assador e os Sacalarxugos Elasticojentos no eirado giravam). Para um verificacionista, a afirmação “Deus existe” é tão significativa como esta.

Eu tenho quaTRo coisas a dizer em resposta a isto:

1. Sim, Deus é infalsificável.
2. Uma declaração não precisa ser falsificável para ser aceita como verdade
3. O Princípio de Verificabilidade refuta a si mesmo.
4. O Ateísmo é falsificável, e é falso, portanto, sua negação (Teísmo), é verdadeira.

 

Deus é infalsificável

Sim, devemos admitir isto. Não existe maneira de provar que Deus é falso. Todavia, gostaria de assinalar que, se Deus fosse falsificável, então ela não seria Deus. Deus, de acordo com o Cristianismo Clássico, é o maior ser concebível. Isto quer dizer que não existe não acima de Deus. Deus não é limitado por qualquer coisa e, por isso, não existe nenhum teste que seria bem sucedido em detectá-lo. Se existisse tal método, então isto significaria que Deus não seria supremo. Por exemplo, que tipo de Deus seria Deus se ele se fosse capaz de gravar um mp3 com os sons que ele faz? Se tal prova fosse bem sucedida, então isto significaria que Deus seria pelo menos sujeito ao poder do microfone que o gravou. Se Deus existe e ele tem os atributos que a Bíblia diz que ele tem, então ele NÃO PODE ser falsificável. Se ele fosse falsificável, então não poderia ser Deus.



Uma Declaração não precisa ser falsificável para ser aceita como verdadeira

Considere a declaração: “Estuprar é errado”. Esta declaração é aceitável como verdadeira? Claro! Mas então, a questão óbvia a perguntar é como é que esta declaração pode ser verificada pelos cinco sentidos? David Hume, um filósofo ateísta do século 16, havia assinalado que muitas vezes nós usamos o princípio indutivo que nós acreditamos que as declarações são infalsificáveis. Considere uma simples declaração: “a lei da gravidade será a mesma amanhã como foi hoje”.

 

Todos crêem nisto, mas esta é uma declaração empiricamente verificável? Não, não é. Amanhã está no futuro; nós estamos no presente. Sem o uso de uma máquina do tempo, nós não tempos maneiras de verificar qualquer alegação de que as leis da natureza permanecerão consistentes no futuro. Claro que todo mundo diria que as leis da natureza não mudarão no futuro porque elas nunca mudaram no passado. Mas Hume salientou que isto é usar uma lógica circular.

 


O Princípio de Verificação refuta a si mesmo

Agora é a hora de avaliar o Verificacionismo em seu próprio jogo. Vamos assumir que o princípio de verificação é verdadeiro, e que toda declaração deve ser capaz de ser empiricamente verificada para que a declaração seja significativa. Então, vamos usar o princípio da verificação para testar mais uma declaração. A seguinte declaração é verificável empiricamente?

“A fim de que uma declaração seja significativa, ela deve ser empiricamente verificável”

Bem, esta declaração é verificável? Obviamente não! A declaração é apenas uma pressuposição. Ela não é uma lei que foi provada ser verdadeira. Ela não é comprovada; é uma lei assumida pela qual todas as outras declarações são provadas ou desaprovadas. O problema é que o verificacionista diz que todas as declarações dever ser verificáveis a fim de que elas sejam significativas. Mas o Princípio de Verificação não é verificável. Isto significa que se o Princípio de Verificabilidade for verdadeiro, então ela é absurda ou sem sentido! Ela é uma presunção auto-contraditória, visto que anula a si mesma.



O Ateísmo é Falsificável

A única coisa que o Ateísmo tem que o Teísmo não tem é sua capacidade de ser provado falso. No entanto, desde que o Ateísmo PODE ser provado falso, então, SE FOR provado falso, então o Teísmo, necessariamente, seria provado verdadeiro. Quando você tem apenas duas possíveis respostas para uma proposição, e uma delas é provada falsa, então a outra, necessariamente é verdadeira. Considere a sentença “Deus não existe?”, as duas respostas possíveis são “sim” e “não”. Se a resposta “não” for provada falsa, então a única resposta alternativa restante é “sim”.

Então, como pode uma proposição ser provada falsa? Existem diversas maneiras, mas a maneira escolhida para mostrar que o Ateísmo é falso é mostrando sua auto-contradição. Se uma proposição contém auto-contradições, então não pode ser verdadeira. Não existem triângulos de quatro lados; não existem casados solteiros; e não existem desempregados no Departamento de Polícia. Aqui está a definição de Ateísmo como eu vejo: não existe deus, não existe nada além do mundo físico; a matéria é tudo que existe. Se a matéria é tudo que existe, então explicar coisas tais como....

1. Absolutos Morais – Todo ateísta que encontrei crê que homicídio e estupro são maus. Mas o que é mal? Se eu concebo que tudo que existe é matéria, então existe alguma coisa má acerca da matéria? Alguém se importa com a faca usada para matar alguém? Claro que não! Talvez o mal seja alguma coisa que nós experimentamos como algo que diminui nossa felicidade. Isso não significaria que o estuprador aumenta sua felicidade por estuprar as pessoas e que estuprar pessoas seria considerado bom para ele? Quem disse que os julgamentos morais do estuprador são falhos e nãos os nossos?

 

O Argumento da Lei Moral já foi provado ser VERDADEIRO, e os ateístas costumam insistentemente deturpar o argumento para ficar algo como “Os ateus não são imorais”; quando na verdade o argumento não diz que os ateus são imorais, mas o próprio fato deles terem tal conceito de moralidade em si mesmos refuta a própria lógica ateísta que afirma que: (1) Processos evolutivos não levam a tal senso de absolutos morais, certo ou errado; e (2) Se tudo o que existe é matéria, então não existiria alguma coisa má acerca da matéria; logo, não existiriam verdades absolutas.

 

A própria moralidade dos bebês, descoberta recentemente, desafia a evolução. O professor de Yale Paul Bloom e sua equipe testaram bebés e crianças, usando bonecos para retratar "impertinente" e "agradável" ações. Eles descobriram que a partir da idade de seis meses, os bebês diferenciavam entre bom e mau por esmagadora maioria a optar por segurar o fantoche agradável. Onde é que essa sensibilidade vem, e porque é tão evidente em uma idade tão jovem?

Bloom resumiu sua pesquisa para "The New York Times”, dizendo que era claro que agora é conhecido da moralidade bebê é exatamente o oposto do que foi ensinado pelo século XX grandes psicólogos tais como Sigmund Freud, Jean Piaget e Lawrence Kohlberg. Estes evolucionistas humanistas afirmaram que os bebês são "animais amorais" em que a sociedade cria os seus próprios selos e nomeadamente as orientações morais. Mas isto veio de sua crença de que os seres humanos são apenas "macacos pelados" obcecados com Deus, ou que nós seres humanos nos primeiros anos de vida refletimos as nossas supostas “origens primatas”, e não a partir de observações ou de um estudo cuidadoso.

Em vez disso, os seres humanos, evidentemente, nasceram com um senso inato moral que não é dependente de afirmação externa. Por exemplo, "mesmo uma criança de 4 anos sabe que não só não provocada bater é errado, mas também que ela continuaria a ser errado mesmo que um professor disse que era OK"! Claro que, para o resto do reino animal, que não tem senso de moralidade, é provavelmente o mais benéfico para eles para ser cruel. Com os seres humanos o mesmo não ocorre, pois ele não é fruto de um processo evolutivo de um animal!

A moral Universal realmente não faz sentido em termos evolutivos. Por um lado, a moral não é física. Ela não é composta de DNA, nem é parte do corpo ou características de partes do corpo. Assim, não é selecionável pela natureza. No entanto, esta pesquisa acrescenta dados anteriores que mostram de forma inequívoca que os seres humanos estão ligados à moralidade, um fato que a evolução não pode explicar. Além disso, as pessoas possuem, não só o conhecimento do certo e do errado, mas também a capacidade de escolher certo ou errado. Bloom admitiu que vontade parece estar ligada à moralidade, mas ele parou de desenhar uma implicação mais forte. Sem tanto um código moral e uma capacidade de aderir a ela - junto com outras capacidades como um comportamento moral reconhecido.

 

Além disso, estes aspectos imateriais trabalham em concertação com os outros, juntamente com capacidades especializadas para aprender. Como fazer muito mais seres humanos ajustarem a imagem de um Ser poderoso (volitivo), bom (moral) e sábio (cognitivo) como Deus, ao invés de representar o produto de alguns ambientes seletivos imaginários? Todos estes aspectos imateriais devem estar no lugar de uma vez. E agora está claro que eles não chegam mais tarde na vida através de algum tipo de treinamento externo ou influência, mas estão ligados a partir do início [Fonte: http://www.icr.org/article/5470/].

  

 

2. As Leis da Lógica – Considere a lei do terceiro excluído que diz que uma proposição é verdadeira ou falsa; não existe um meio termo. Qual é o fundamento ontológico desta lei? Seria esta lei apenas um resultado das funções químicas de nosso cérebro? Se sim, como pode ser universal? Uma lei pode ser material? Claro que não! As Leis da Lógica são entidades imateriais abstratas. Muitas coisas não poderiam existir se a única coisa que existe for a matéria.

 

Além de tudo o que já vimos, existem inúmeros pontos que nos revelam que interiormente de nós há um senso moral do que é certo ou errado. O argumento revela-se verdadeiro por inúmeras maneiras:

 

- Um sentido fundamental de certo e errado está impresso no coração de todas as pessoas.

- Do mesmo modo que as leis da lógica e da matemática, esta evidência não é científica e material, mas real. É válida para todos os povos, em todos os lugares, em todas as épocas (uma obrigação moral absoluta).

- Este senso interior é chamado de “consciência”, “lei natural” ou “lei moral” e constitui mais uma linha de evidência em prol da existência de Deus.

- O argumento moral:

 

a) Toda lei tem um legislador.

b) Existe uma Lei Moral.

c) Portanto, existe um Legislador Moral.

 

Evidências que justificam a existência da Lei Moral

 

a) É inegável na prática: mesmo amoralistas se comportam como se estes existissem.

b) Nem sempre é o padrão pelo qual tratamos os outros, mas quase sempre é o padrão pelo qual esperamos

ser tratados pelos outros.

c) Sem a Lei Moral não haveria direitos humanos: leis que transcendem os governos seculares.

d) Sem a Lei Moral não poderíamos conhecer justiça ou injustiça.

e) Sem a Lei moral não haveria um padrão para medir diferenças morais.

f) Sem a Lei Moral não há base moral para quaisquer reivindicações políticas ou sociais.

g) Sem a Lei Moral não faria sentido desculpar-se por comportamentos inadequados.

 

Portanto, é o ateísmo (e não o teísmo) que é absolutamente falseável!

 


3. Dignidade Humana – Se isto for verdadeiro, então o que há de tão especial no ser humano? Nada! Então, por que nos fazemos coisas como honrar nossos mortos num funeral? Por que nos pensamos que seja mau quando uma pessoa inocente é morta? Por que pensamos que os humanos tenham mais valor que os animais? Por que as pessoas dizem que não devemos agir como os animais e, em seguida, colocam um jaleco e argumenta que SOMOS animais?

O Ateísta é capaz de reconhecer absolutos morais, leis da lógica e a dignidade do ser humano sem crer em Deus. Mas a questão é por que o Ateísta não está agindo consistentemente com sua cosmovisão? A resposta é óbvia, porque a proposição “Deus não existe?” implica em conseqüências impossíveis. O Ateísmo é inadequado para explicar nossa experiência do mundo ao nosso redor. Então, o Ateísmo não pode ser verdadeiro. A melhor prova da existência de Deus é a impossibilidade da prova do contrário.

 

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Fonte: Know its True (com adaptações)

 

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