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JESUS REALMENTE EXISTIU? (P2)
JESUS REALMENTE EXISTIU? (P2)

JESUS REALMENTE EXISTIU? (P2)

 

Esta é uma resposta minha que não consta na sessão de “CARTAS RESPONDIDAS” (a resposta era longa demais) e trata-se de uma importante questão sobre a existência histórica de Jesus Cristo nesta terra. O autor do livro “Jesus Cristo nunca Existiu” (La Sagesse) formula ataques contra a fé cristã e tenta sustentar ao longo do livro a sua posição com respeito a este tema. Sem procurar refutar cada parte de seu livro (não perderei tanto tempo assim em refutar tamanha baboseira), procurarei aqui refutar as partes principais nos quais os argumentos dele (mostrados ao longo de todo o seu livro) se sustentam, não sobre provas ou argumentos sérios, mas sim sobre presunções falaciosas que são fruto de um achismo pessoal dele, e não de um exame sério e honesto à luz da História Antiga. Creio eu que desmoronando toda a base de seu livro (que consiste em ataques à historicidade das Escrituras e a Jesus Cristo), todo o restante do embuste também cai por terra. Uma boa leitura a todos vocês, e fiquem na paz do Senhor Jesus Cristo, que “veio em carne” (1Jo.4:2) e foi visto por testemunhas oculares que “viram a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (1Jo.1:14). Aleluia!!!

 

 

Pergunta

Olha amigo. Eu estou perdendo a minha fé mesmo, entre neste site: http://ateus.net/artigos/critica/jesus-cristo-nunca-existiu/.... Ele prova que Jesus nunca existiu e também prova as contras provas, entendeu? Eles é bem inteligente, você disse para o Marc que tem que estudar pra caramba para refutar todos os argumentos dos ateus mas tá dificil pra caramba, até mesmo o meu professor religioso viu isto ficou basmado.... Pra mim estes ateus são bem inteligentes.... O que acha disto? http://ateus.net/artigos/critica/jesus-cristo-nunca-existiu/ (Gabriel, São Paulo – 26/10/2010)

 

Resposta

OLÁ, GABRIEL.

EU LI TODO AQUELE “LIVRO” QUE VOCÊ MOSTROU SOBRE JESUS CRISTO NUNCA TER EXISTIDO, MAS FRANCAMENTE E COM TODA A SINCERIDADE EU NÃO ENCONTREI NADA NELE QUE FOSSE DIGNO DE ALGUMA PREOCUPAÇÃO SÉRIA COM RESPEITO A VIDA REAL DO SENHOR JESUS ENTRE NÓS. OS ARGUMENTOS DELE SÃO NATURALMENTE FRAQUÍSSIMOS, E EU NÃO DIGO ISSO POR SER TEÍSTA E CRISTÃO, MAS PRINCIPALMENTE PORQUE ELE CAI EM INÚMEROS ERROS INFANTINS, TAIS COMO:

 

(1) NÃO COLOCA AS FONTES NAS QUAIS FAZ AS DEVIDAS COLOCAÇÕES.

 

Este argumento é muito típico dos ateus. Você pode perceber em qualquer site ateu que eles NUNCA ou QUASE NUNCA colocam as fontes nas quais fazem as suas argumentações, e não creio que isso seja apenas em função da preguiça, mas principalmente por falta de base e fundamentos aos seus argumentos. O sujeito que fez este artigo sobre a inexistência de Cristo, por exemplo, não citou ABSOLIUTAMENTE NENHUMA FONTE EM TODO O SEU LIVRO, o que inadmissível de ser aceito e por isso mesmo é um livro espúrio que não é digno de nem um mínimo de respeito. Este “livro” cairia em total descrédito na comunidade científica e religiosa, seria motivo de escárnio e piada, pois apenas faz uso de argumentos VAZIOS que não podem ser sustentados em hipótese nenhuma.

 

(2) FAZ USO DE UM ACHISMO EXTRAORDINÁRIO

 

Outra coisa típica dos ateus. Eles formulam os “argumentos” sobre a areia (isto é, sobre alicerces inexistentes) e em cima destas mentiras falaciosas eles formulam os seus argumentos. Ou seja, tudo isso não passa de mero achismo. Ao invés de ir buscar na História aquilo que realmente é cabível e lógico, ele SEM PROVAS afirma que Paulo nunca existiu e que o livro de Atos foi escrito no século II. Por quê? Simplesmente, porque ele ACHA!! Se você for ver a fundo, perceberá que os argumentos são ridículos. Veja, por exemplo, que ele em uma parte de seu livro relata inúmeras supostas “contradições bíblicas” em série, esquecendo-se que todas elas já foram amplamente refutadas com tamanha facilidade. O apologista norte-americano Norman Geisler, junto com Thomas Howe, fizeram um livro (gigantesco) que refuta milhares dessas supostas “contradições” da Bíblia que são COMPLETAMENTE DESMASCARADAS. O ebook pode ser encontrado aqui:

 

http://www.gospeldownloads.org/index_ebook_artista_demonstracao.php?codigo=3557

 

Este livro é resultado de mais de 40 anos de pesquisas e esforços no sentido de fortalecer a fé dos que crêem e esclarecer as dúvidas e incompreensões dos que não crêem na Bíblia como Palavra de Deus. Ele nos mostra como os argumentos dos ateus para colocar a Palavra de Deus em contradições são fracos e não resistem a um exame apurado diante da lógica, da coerência, do bom senso, do senso crítico, das regras gramaticais e, finalmente, dentro da própria Bíblia. Outro site de grande valor é o da comunidade “Gólgota”, pois refutou cada uma das várias alegadas “contradições” da chamada “Bíblia do Cético”, que consiste em tentar achar contradições e erros na Sagrada Escritura e ficou mundialmente conhecido. Mas, é claro, foi facilmente refutado:

 

http://www.dc.golgota.org/

 

Por tudo isso vemos que os “argumentos” de La Sagesse no livro “Jesus Cristo nunca Existiu” já foram completamente derrubados e destronados antes mesmo que ele começasse a escrever aquele embuste em tentar ultrajar a existência real de Cristo e colocar a Bíblia Sagrada em contradição.

 

(3) COMPARA JESUS CRISTO COM DEUSES MITOLÓGICOS

 

Este é um dos erros mais primários e infantis, que já foi há muito completamente refutado, mas que os ateus em sua “esperteza” preferem continuar enganando e ludibriando o povo tentando de qualquer jeito fazê-los engolir mais essa mentira histórica. La Sagesse (autor do embuste), assim como os demais ateus, dizem que Jesus é uma cópia de deuses mitológicos mais antigos tais como Mitra, Hórus, Osíris, etc. Contudo, todas essas injúrias dos ateus já foram todas refutadas:

 

-A “contradição” da genealogia de Cristo refutada:

 

http://www.dc.golgota.org/estudos/descendencia_de_jesus.html

 

-A comparação do nascimento virginal de Cristo com o de deuses mitológicos já foi refutada:

 

http://www.dc.golgota.org/estudos/virginal.html

 

-A relação com a ressurreição de deuses mitológicos já refutada:

 

http://michelsonperguntas.blogspot.com/2010/06/jesus-um-plagio.html

 

-O nascimento no dia 25 de Dezembro refutado:

 

http://www.dc.golgota.org/estudos/plagio.html

 

-Todas as demais semelhanças com os deuses mitológicas também igualmente refutadas e desmascaradas:

 

http://www.dc.golgota.org/estudos/plagio.html

 

-Diferenças substancias entre Jesus e os deuses mitológicos:

 

http://michelsonperguntas.blogspot.com/2010/06/jesus-um-plagio.html

 

POR TUDO ISSO, VEMOS QUE LA SAGESSE NÃO SE PREOCUPOU NEM UM POUQUINHO EM MOSTRAR A VERDADE; AO CONTRÁRIO, PREFIRIU ENGANAR O POVO COM MENTIRAS JÁ HÁ MUITO REFUTADAS E DESMASCARADAS, EM UM EMBUSTE CUJA ÚNICA FINALIDADE CONSISTIA EM ENGANAR OS MAIS INGÊNUOS UNICAMENTE E PRECISAMENTE APENAS COMO FRUTO DA APELAÇÃO DESESPERADA DOS ATEUS EM FRENTE À RELIADADE HISTÓRICA INCONTESTÁVEL DE JESUS, O CRISTO, POR ESTA TERRA. ALÉM DISSO, LA SAGESSE COMETE MAIS E MAIS ERROS HORRÍVEIS EM SEU “LIVRO”. ELE DIZ:

 

“Bastaria o silêncio de Filon para provar estarmos diante de uma nova criação mitológica, de cunho metafísico. Entretanto, escrevendo como cristão, os lançadores do cristianismo louvaram-se nas suas ideias e escritos. Tivesse Jesus realmente existido, jamais Filon deixaria de falar em seu nome, descreveria certamente sua vida miraculosa. Filon relata os principais acontecimentos de seu tempo, do judaísmo e de outras crenças, não mencionando, porém, nada sobre Jesus. Cita Pôncio Pilatos e sua atuação como Procurador da Judeia, mas não se refere ao julgamento de Jesus a que ele teria presidido.”

 

ESSA AFIRMAÇÃO SÓ PODERIA VIR DE ALGUÉM QUE NUNCA ACOMPANHOU A HISTÓRIA. QUALQUER UM SABE QUE FILON NÃO ERA O ÚNICO HISTORIADOR OU ESCRITOR DA ÉPOCA DE CRISTO. EXISTEM APROXIMADAMENTE QUINZE FONTES NÃO-CRISTÃS, DO PRIMEIRO E SEGUNDO SÉCULO, QUE CONFIRMAM A SUA EXISTÊNCIA HISTÓRICA POR TESTEMUNHOS NÃO-CRISTÃOS. LA SAGESSE JÁ DEVERIA SABER QUE COM TIBÉRIO CESAR, QUE ERA NADA A MAIS NADA A MENOS QUE O PRÓPRIO IMPERADOR ROMANO DAQUELA ÉPOCA, SÓ EXISTEM SEIS FONTES HISTÓRICAS NÃO-CRISTÃS NESTE MESMO PERÍODO PARA ATESTAR A SUA EXISTÊNCIA. EU APOSTO QUE LA SAGESSE NÃO SE IMPORTA TAMBÉM EM DIMINUIR, CONTESTAR OU MENOSPREZAR TAMBÉM A EXISTÊNCIA DE TIBÉRIO CESAR (ASSIM COMO ELE FEZ COM JESUS), POIS ME PARECE QUE A ÚNICA INTENÇÃO DELE CONSISTE EM ENGANAR OS INGÊNUOS COMO SE NO PRIMEIRO SÉCULO AD TODO MUNDO ESCREVESSE SOBRE TODO MUNDO E APENAS JESUS CRISTO FICOU “DE FORA”.

 

PARA A TOTAL INFELICIDADE DESTE AUTOR, JESUS CRISTO É MUITO MAIS CONFIRMADO HISTORICAMENTE DO QUE TIBÉRIO CESAR, ALEXANDRE O GRANDE, SÓCRATES, PLATÃO, ARISTÓTELES, ETC. O AUTOR “LA SAGESSE”, SE TIVESSE O INTUITO DE SER HONESTO OU SINCERO (O QUE TENHO TOTAL CERTEZA DE QUE NÃO) COM CERTEZA TERIA TAMBÉM QUE AVISAR OS SEUS LEITORES QUE TODOS OS LISTADOS ACIMA (E MUITÍSSIMOS OUTROS) IGUALMENTE JAMAIS EXISTIRAM. NA VERDADE, PARA SER HONESTO, LA SAGESSE DEVERIA DUVIDAR DE ABSOLUTAMENTE TODA A HISTÓRIA ANTIGA!

 

ADEMAIS, COM A DESTRUIÇÃO DE JERUSALÉM EM 70 d.C, MUITA COISA IMPORTANTE SE PERDEU, QUANDO OS ROMANOS QUEIMARAM E DESTRUÍRAM INÚMERAS CONSTRUÇÕES E DOCUMENTOS ALÉM DE MUITAS VIDAS HUMANAS ALI PERDIDAS. NUNCA SABEREMOS O QUE ESTAVA ESCRITO NAQUELES DOCUMENTOS (DE FILON, INCLUSIVE) QUE SE PERDERAM. AINDA ASSIM, A EXISTÊNCIA HISTÓRICA DE JESUS CRISTO É A MAIS INCONTESTÁVEL DE QUASE TODA A HISTÓRIA ANTIGA.

 

- Vamos para as principais evidências:

FLÁVIO JOSEFO

“Naquela época vivia Jesus, homem sábio, de excelente conduta e virtude reconhecida. Muitos judeus e homens de outras nações converteram-se em seus discípulos. Pilatos ordenou que fosse crucificado e morto, mas aqueles que foram seus discípulos não voltaram atrás e afirmaram que ele lhes havia aparecido três dias após sua crucificação: estava vivo. Talvez ele fosse o Messias sobre o qual os profetas anunciaram coisas maravilhosas” (Antiquites, VIII, III)

"Mas o jovem Anano, que, como já dissemos, assumia a função de sumo-sacerdote, era uma pessoa de grande coragem e excepcional ousadia; era seguidor do partido dos saduceus, os quais, como já demonstramos, eram rígidos no julgamento de todos os judus. Com esse temperamento, Anano concluiu que o momento lhe oferecia uma boa oportunidade, pois Festo havia morrido, e Albino ainda estava a caminho. Assim, reuniu um conselho de juízes, perante o qual trouxe Tiago, irmão de Jesus chamado Cristo, junto com alguns outros, e, tendo-os acusado de infração à lei, entregou-os para serem apedrejados" (Antiguidades,20.9.1)

 

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: ISSO ANULA COMPLETAMENTE COM O DELÍRIO DE LA SAGESSE QUANDO SOLTA ESSA PÉROLA AQUI RETIRADA DE SEU LIVRO:

 

“Flávio Josefo, tendo nascido no ano 37, e escrevendo até 93 sobre judaísmo, cristianismo terapeuta, messias e Cristos, nada disse a respeito de Jesus Cristo”

 

JOSEFO NÃO APENAS FALOU DE JESUS CRISTO (Antiguidades,20.9.1; Antiguidades,8.3) COMO TAMBÉM DO PRÓPRIO JOÃO BATISTA:

 

“Vários julgaram que aquela derrota do exército de Herodes era um castigo de Deus, por causa de João, cognominado Batista. Era um homem de grande piedade, que exortava os judeus a abraçar a virtude, a praticar a justiça e a receber o batismo, depois de se terem tornado agradáveis a Deus, não se contentando em só não cometer pecados, mas unindo a pureza do corpo à pureza da alma. Assim como uma grande multidão de povo o seguia para ouvir a sua doutrina, Herodes, temendo que o poder que ele tinha sobre eles viesse a suscitar alguma rebelião, porque eles estavam sempre prontos a fazer o que ele lhes ordenasse, julgou dever prevenir o mal para não ter motivo de se arrepender por ter esperado muito para remediá-lo. Por esse motivo mandou prendê-lo numa fortaleza de Maquera, de que acabamos de falar, e os judeus atribuíram essa derrota de seu exército a um castigo de Deus por um ato tão injusto” (Antiguidades Judaicas. Livro XVIII. Capítulo VII. Parágrafo 781)

 

AGORA VOLTANDO PARA AS DEMAIS EVIDÊNCIAS DE TESTEMUNHOS NÃO-CRISTÃOS A RESPEITO DE JESUS CRISTO:

 

TÁCITO

“Para destruir o boato (que o acusava do incêndio de Roma), Nero supôs culpados e infringiu tormentos requintadíssimos àqueles cujas abominações os faziam detestar, e a quem a multidão chamava cristãos. Este nome lhes vem de Cristo, que, sob o principado de Tibério, o procurador Pôncio Pilatos entregara ao suplício. Reprimida incontinenti, essa detestável superstição repontava de novo, não mais somente na Judéia, onde nascera o mal, mas anda em Roma, pra onde tudo quanto há de horroroso e de vergonhoso no mundo aflui e acha numerosa clientela” (Tácito, Anais , XV, 44 trad. 1 pg. 311; 3)

LUCIANO DE SAMOSATA

“Foi então que ele [Proteus] conheceu a maravilhosa doutrina dos cristãos, associando-se a seus sacerdotes e escribas na Palestina. (...) E o consideraram como protetor e o tiveram como legislador, logo abaixo do outro [legislador], aquele que eles ainda adoram, o homem que foi crucificado na Palestina por dar origem a este culto.(...) Os pobres infelizes estão totalmente convencidos, que eles serão imortais e terão a vida eterna, desta forma eles desprezam a morte e voluntariamente se dão ao aprisionamento; a maior parte deles. Além disso, seu primeiro legislador os convenceu de que eram todos irmãos, uma que vez que eles haviam transgredido, negando os deuses gregos, e adoram o sofista crucificado vivendo sob suas leis" (Passagem do Peregrino, 11 e 13)

"...o homem que foi crucificado na Palestina porque introduziu uma nova seita no mundo (...) Além disso, o primeiro legislador dos cristãos os persuadiu de que todos eles seriam irmãos uns dos outros, após terem finalmente cometido o pecado de negar os deuses gregos, adorar o sofista crucificado e viver de acordo com as leis que ele deixou" (O Peregrino Passageiro)

 

“Ele promulgou um edito com o objetivo de assustá-los, dizendo que o Ponto estava cheio de ateus e cristãos que tinham a audácia de pronunciar os mais vis perjúrios sobre ele; a estes, ele os expulsaria com pedras, se quisessem ter seu deus gracioso” (Luciano de Samosata, Alexandre, o monge-oráculo, pp. 223-224)

PLÍNIO, O JOVEM

“Os fez amaldiçoarem a Cristo, o que não se consegue obrigar um cristão verdadeiro a fazer” (Epístolas X,96)

“É meu costume, meu senhor, referir a ti tudo aquilo acerca do qual tenho dúvidas... Nunca presenciei a julgamento contra os cristãos... Eles admitem que toda sua culpa ou erro consiste nisso: que usam se reunir num dia marcado antes da alvorada, para cantar hino a Cristo como Deus... Parecia-me um caso sobre o qual devo te consultar, sobretudo pelo número dos acusados... De fato, muitos de toda idade, condição e sexo, são chamados em juízo e o serão. O contágio desta superstição invadiu não somente as cidades, mas também o interior; parece-me que ainda se possa fazer alguma coisa para parar e corrigir..." (Plínio, Epístola X, 97)

RESPOSTA DO IMPERADOR TRAJANO À CARTA DE PLÍNIO


"Nenhuma pesquisa deve ser feita por essas pessoas, quando são denunciados e culpados devem ser punidos, com a restrição, porém, que quando o partido nega-se a ser um cristão, e deve dar provas de que ele não é (que é adorando nossos deuses), ele será absolvido no chão de arrependimento, embora ele possa ter anteriormente efectuadas suspeita" (Plínio, o Jovem, L, 10:97)


SUETÔNIO

“Os cristãos, espécie de gente dada a uma superstição nova e perigosa, foram destinados ao suplício” (Suetônio, Vida dos doze Césares, n. 25, p. 256-257)

“O Imperador Cláudio expulsou de Roma os Judeus que viviam em contínuas desavenças por causa de um certo Cresto” (Vida dos Doze Césares)

FLÊGÃO

"Flêgão mencionou o eclipse que aconteceu durante a crucificação do Senhor Jesus Cristo e não algum outro eclipse; está claro que ele não tinha conhecimento, a partir de suas fontes, de qualquer eclipse (semelhante) que tivesse anteriormente ocorrido... e isso se vê nos próprios relatos históricos sobre Tibério César” (Livro 2, seções 14, 33, 59)

MARA BAR-SERAPIÃO

“Que vantagem os judeus obtiveram com a execução de seu sábio Rei? Foi logo após esse acontecimento que o reino dos judeus foi aniquilado (...) Nem o sábio Rei está morto; Ele sobrevive nos ensinos que deixou..." (Museu Britânico)

TERTULIANO

"Portanto, naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se decidido a favor de Cristo. O Senado, por não haver dado ele próprio a aprovação, rejeitou a proposta. César manteve sua opinião, fazendo ameaças contra todos os acusadores dos cristãos" (Apologia, V.2)

TALMUDE

"Na véspera da páscoa, eles penduraram Yeshu (de Nazaré), sendo que o arauto esteve diante dele por quarenta dias anunciando (YESHU DE NAZARÉ) vai ser apedrejado por ter praticado feitiçaria e iludido e desencaminhado o povo de Israel. Todos os que saibam alguma coisa em sua defesa que venham e suplique por ele. Mas nada encontraram em sua defesa e ele foi PENDURADO A VÉSPERA DA PÁSCOA” (Sinédrio da Babilônia,43a)

“Mestre, tu deves ter ouvido uma palavra de minuth (heresia); essa palavra deu-te prazer, e foi por isso que foste preso. Ele (Eliezer) respondeu: Akiba, tu fizeste-me recordar o que se passou. Um dia que eu percorria o mercado de Séforis, encontrei lá um dos discípulos de Jesus de Nazaré; Tiago de Kefar Sehanya era o seu nome. Ele disse-me: Está escrito na vossa lei (Deuteronômio 23.18): ‘Não trarás salário de prostituição nem preço de sodomita à casa do Senhor teu Deus por qualquer voto...’ Que fazer dele? Será permitido usá-lo para construir uma latrina para o Sumo Sacerdote? E eu não respondi nada. Disse-me ele: Jesus de Nazaré ensinou-me isto: o que vem de uma prostituta, volte à prostituta; o que vem de um lugar de imundícies, volte ao lugar de imundícies.’ Esta palavra agradou-me, e foi por tê-la elogiado que fui preso como Minuth (herege)” (Talmude Babilônico)

REI ABGAR V

“Abgar, toparca da cidade de Edessa, a Jesus Cristo, o excelente médico que surgiu em Jerusalém, salve! Ouvi falar de ti e das curas que realizas sem remédios. Contam efetivamente que fazes os cegos ver, os coxos andar, que purificas os leprosos, expulsas os demônios e os espíritos imundos, curas os oprimidos por longas doenças e ressuscitas os mortos. Tendo ouvido falar de ti tudo isso, veio-me a convicção de duas coisas: ou que és Filho daquele Deus que realiza estas coisas, ou que és o próprio Deus. Por isso escrevi-te pedindo que venhas a mim e me cures da doença que me aflige e venhas morar junto a mim. Com efeito, ouvi dizer que os judeus murmuram contra ti e te querem fazer mal. Minha cidade é muito pequena, é verdade, mas honrada e bastará aos dois para nela vivermos em paz” (GHARIB, Os Ícones de Cristo, p.43)

 

POR TUDO ISSO, VEMOS QUE A EXISTÊNCIA HISTÓRICA DE JESUS É IRREFUTÁVEL, INQUESTIONÁVEL E INDISCUTÍVEL. EU QUERIA DEMAIS QUE O TAL DO “LA SAGESSE” PASSASSE AQUI AS SUAS MARAVILHOSAS MEIA DÚZIA DE “PROVAS” DA EXISTÊNCIA HISTÓRICA DO IMPERADOR TIBÉRIO PARA NÓS NOS DIVERTIMOS UM POUCO. O AUTOR PREFERE OMITIR DO POVO O FATO DE QUE JESUS CRISTO É MUITO MAIS HISTÓRICO E REAL DO QUE TIBÉRIO OU ALEXANDRE O GRANDE, O QUAL TEMOS APENAS FRAGMENTOS DE DUAS OBRAS ESCRITAS MAIS DE CEM ANOS DEPOIS DE SUA MORTE! ORA, LA SAGESSE DEVERIA USAR DE COERÊNCIA E MENCIONAR TAMBÉM QUE ALEXANDRE O GRANDE E TIBÉRIO CESAR SÃO DUAS LENDAS HISTÓRICAS!

 

A VERDADE É QUE ESSAS DEZENAS DE TESTEMUNHOS NÃO-CRISTÃOS SOBRE A EXISTÊNCIA HISTÓRICA DE JESUS E DOS CRISTÃOS JÁ NO PRIMEIRO E SEGUNDO SÉCULO AD, JUNTAS COM AS MILHARES DE MILHARES DE CARTAS DOS CRISTÃOS E DOS PAIS DA IGREJAS DOS SÉCULOS I e II, TORNAM A EXISTÊNCIA REAL DE JESUS ALGO TÃO INQUESTIONÁVEL QUANTO A SUA PRÓPRIA EXISTÊNCIA. CREIO EU QUE JESUS CRISTO SEJA MUITÍSSIMO MAIS HISTORICAMENTE COMPROVADO DO QUE O PRÓPRIO LA SAGESSE!

 

SERIA DE MUITA HONESTIDADE POR PARTE DOS ATEUS ADMITIR ENTÃO QUE ALEXANDRE O GRANDE NUNCA EXISTIU JÁ QUE PRATICAMENTE TUDO DAQUILO QUE HISTORIADORES ESCREVERAM DELE FORAM CERCA DE 300 a 500 ANOS DEPOIS DE SUA MORTE, OU ENTÃO DEVERÍAMOS NEGAR A EXISTÊNCIA REAL DE SÓCRATES QUE IGUALMENTE NADA ESCREVEU OU DO IMPERADOR TIBÉRIO COM AS SUAS SEIS GRANDES PROVAS HISTÓRICAS DE SUA EXISTÊNCIA. FRANCAMENTE, MAS EU AINDA NÃO SEI COMO ESSE DELÍRIO ATEÍSTA, IMPOSSÍVEL DE SER ACEITO, AINDA CONSEGUE ENGANAR ALGUNS.

 

O AUTOR LA SAGESSE AINDA AFIRMA QUE O PRIMEIRO TESTEMUNHO CRISTÃO FOI DE JUSTINO EM 150 AD, ESQUECENDO-SE, CONTUDO, DE DEZENAS DE DEZENAS DE CARTAS DOS PAIS DA IGREJA MUITO ANTES DISSO E QUE LA SAGESSE NÃO FEZ QUESTÃO DE MENCIONAR, SEJA POR FALTA GRITANTE DE CONHECIMENTO HISTÓRICO OU ENTÃO POR PURA FALSIDADE MESMO EM QUERER SUSTENTAR COM TODAS AS FORÇAS UMA MENTIRA PARA SALVAR O ATEÍSMO. POR EXEMPLO, CLEMENTE (BISPO DE ROMA), ESCREVEU UMA CARTA AOS CORÍNTIOS NO ANO DE 95 AD. IGUALMENTE, POR ESTA MESMA ÉPOCA POLICARPO ESCREVEU AOS FILIPENSES.

 

JÁ NO INÍCIO DO SÉCULO II, POR VOLTA DO ANO DE 107 AD, INÁCIO (BISPO DE ANTIOQUIA) ESCREVEU SETE CARTAS HISTÓRICAMENTE ACEITAS E RECONHECIDAS POR TODOS. ADICIONE A ISSO ENTÃO O APOCALIPSE DE HERMAS, OS ESCRITOS DE PAPIAS DE HIERÁPOLIS, DE TEÓFILO DE ANTIOQUIA, DE TACIANO (O SÍRIO), E DE INÁCIO DE LYON, TODOS ANTES OU NA MESMA ÉPOCA DE JUSTINO, E VEMOS QUE JÁ EXISTIAM TESTEMUNHOS CRISTÃOS FORA DAS ESCRITURAS DESDE O SÉCULO PRIMEIRO E TAMBÉM DURANTE TODA A PRIMEIRA PARTE DO SÉCULO SEGUNDO. TUDO ISSO AUMENTOU AINDA MAIS COM OUTROS ESCRITOS COMO A APOLOGIA DE JUSTINO (O MÁRTIR), OU OS DE TERTULIANO, DE AGOSTINHO, DE ATENÁGORAS, DE EUSÉBIO E DE TODOS OS OUTROS DEMAIS PAIS DA IGREJA.

 

TODOS ELES SÃO TESTEMUNHAS VIVAS DA EXISTÊNCIA DE CRISTO E DOS CRISTÃOS AO LONGO DOS SÉCULOS, ESCREVENDO MILHARES DE CARTAS SOBRE ALGO QUE VAI MUITO ALÉM DO QUE QUALQUER TIPO DE “FÁBULA” OU DE “IMAGINAÇÃO”, E DANDO AS SUAS PRÓPRIAS VIDAS SENDO QUEIMADOS OU SENDO MARTIRIZADOS SOB TORTURAS, SEM NEGAR O NOME DE CRISTO, DO QUAL ERAM TODOS DESCENDENTES E TESTEMUNHAS VIVAS DE SUA VIDA E RESSURREIÇÃO REAL. COMO BEM DISSE TERTULIANO: “O SANGUE DOS MÁRTIRES É SEMENTE DE NOVOS CRISTÃOS”. EUSÉBIO DE CESARÉIA RETRATA A PERSEGUIÇÃO SOFRIDA PELOS CRISTÃOS DA SEGUINTE MANEIRA:

 

“Então, precisamente então, numerosíssimos dirigentes das igrejas, lutando corajosamente em meio a terríveis tormentos, ofereceram cenas de grandes combates. Contudo, foram milhares os outros que, de antemão, embotaram suas almas com a covardia, e assim facilmente se debilitaram já ao primeiro ataque. Dos restantes, cada um foi alternando diferentes espécies de tormentos: um, com seu corpo sendo lacerado com açoites; outro, castigado com as torturas insuportáveis do potro [cavalo de madeira no qual se torturavam os acusados] e dos ganchos de ferro, nos quais alguns já perdiam suas vidas [...] Mas dentre eles se poderia admirar aqueles que sofreram o martírio em sua pátria, onde homens, mulheres e crianças, em um número incalculável, depreciando a existência passageira, suportaram, pelo ensino de Nosso Salvador, diferentes gêneros de mortes: uns foram jogados ao fogo, depois dos ganchos de ferro, dos potros, dos açoites crudelíssimos e de infinitos e variados tormentos que nos fazem estremecer somente ao ouvi-los; outros, o mar os tragou; outros ofereciam valentemente suas próprias cabeças aos que as cortavam; outros, inclusive, morriam no meio das torturas; outros, a fome os consumiu, e outros, por sua vez, foram crucificados, uns como era de costume aos malfeitores, e outros ainda pior, cravados ao contrário, com a cabeça para baixo e deixados com vida até que pereciam de fome sobre o mesmo patíbulo [...]Mas os ultrajes e dores que os mártires de Tebaida suportaram ultrapassam qualquer descrição. Eles tinham seus corpos todos dilacerados com cacos de louça ao invés de ganchos de ferro, isso até perderem a vida; as mulheres eram atadas por um pé e suspensas no ar por máquinas, com a cabeça para baixo e os corpos inteiramente nus, oferecendo a todos os olhares um dos espetáculos mais vergonhosos, o mais cruel e desumano de todos. Outros, por sua vez, eram mortos amarrados a árvores e galhos. Com máquinas, juntavam os galhos mais robustos e esticavam em cada um deles as pernas dos mártires, deixando que os galhos voltassem à sua posição natural. Assim, eles inventaram o esquartejamento instantâneo daqueles contra quem faziam tais coisas. Tudo isso era perpetrado não por poucos dias ou por uma breve temporada, mas por um longo espaço de anos inteiros, morrendo às vezes mais de dez pessoas, às vezes mais de vinte; em outras ocasiões, não menos de trinta, e uma vez até cerca de sessenta; e ainda houve uma vez em que, em um só dia, foram dadas à morte cem homens, com seus filhinhos e suas mulheres, condenados a vários e sucessivos castigos. Nós mesmos, encontrando-nos no lugar dos fatos, vimos muitos sofrer em massa e em um só dia; uns, a decapitação, outros, o suplício do fogo até que o ferro perdesse o fio e se partisse em pedaços por puro desgaste por causa da força com que matavam, enquanto os mesmos assassinos se revezavam por cansaço” (Eusébio de Cesaréia, História Eclesiástica – Volume VIII)

 

E COMO DESCREVEU TÁCITO (SÉCULO I):

 

“Mas nem todos os socorros humanos, nem as liberalidades do imperador, nem as orações e sacrifícios aos deuses podiam diminuir o boato infamatório de que o incêndio não fora obra do acaso. Assim Nero, para desviar de si as suspeitas, procurou achar culpados, e castigou com as penas mais horrorosas a certos homens que, já dantes odiados por seus crimes, o vulgo chamava cristãos. O autor desse seu nome foi Cristo, que no governo de Tibério foi condenado ao último suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. A sua perniciosa superstição, que até ali tinha estado reprimida, já tornava a alastrar-se não só por toda Judéia, origem deste mal, mas até dentro de Roma, aonde todas as atrocidades do Universo, e tudo quanto há de mais vergonhoso vem enfim acumular-se, e sempre acham acolhimento. Em primeiro lugar se prenderam os que confessavam ser cristãos, e depois, pelas denúncias destes, uma multidão inumerável, os quais, além de terem sido acusados como responsáveis pelo incêndio, foram apresentados como inimigos do gênero humano.O suplício destes miseráveis foi ainda acompanhado de insultos, porque ou os cobriram com peles de animais ferozes para serem devorados pelos cães, ou foram crucificados, ou os queimaram de noite para servirem como archotes e tochas ao público. Nero ofereceu os seus jardins para este espetáculo, e ao mesmo tempo dava-se os jogos do Circo, misturado com o povo em trajes de cocheiro, ou guiando carroças. Desta forma, ainda que culpados e dignos dos últimos suplícios, mereceram a compaixão universal por se ver que não eram imolados à utilidade pública, mas aos passatempos atrozes de um bárbaro” (Tácito. Anais. Tradução de J.L. Freire de Carvalho. W.M. Jackson Inc. Rio de Janeiro. 1950. pp 405-409)

 

TERIA SOFRIDO TANTO ASSIM OS CRISTÃOS POR UMA FÁBULA? TERIAM DADO AS SUAS VIDAS POR AMOR A ALGO QUE JAMAIS EXISTIU? TERIAM ACEITADO SEREM MARTIRIZADOS EM RAZÃO DE UM MITO? POR QUE ELES NÃO NEGARAM A CRISTO, MESMO SOB PESADAS E CRUÉIS TORTURAS NAS QUAIS ELES ERAM SUBMETIDOS? COMO DISSE PAULO:

 

Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro” (Rm.8:36)

 

APESAR DE LA SAGESSE NÃO SER CAPAZ DE NOS RESPONDER A ESTA PERGUNTA, TODO CRISTÃO VERDADEIRO CONSEGUE RESPONDER A ELA COM UMA GRANDE FACILIDADE: O AMOR E A PAIXÃO DE CRISTO ESTÁ DERRAMADA NO CORAÇÃO DE CADA CRISTÃO VERDADEIRO, QUE POR SUA VEZ NÃO NEGA O SEU MAIOR AMOR NEM MESMO SOB A MAIOR DAS TORTURAS. APENAS POR ALGO REALMENTE VALIOSO, UMA REAL HISTÓRIA DE AMOR VERDADEIRO ENTRE NÓS E DEUS, SERIA CAPAZ DE NOS REVELAR O PORQUÊ DOS CRISTÃOS CONTINUAREM NA FÉ APESAR DE TODAS AQUELAS PERSEGUIÇÕES, E CONTINUAREM EM CRISTO MESMO APÓS TODAS AQUELAS HORRÍVEIS TORTURAS. ORA, NINGUÉM MORRE POR AQUILO QUE SABE QUE É UMA MENTIRA.

 

FOI O AMOR POR ALGO MAIOR E REAL QUE FEZ COM QUE TODOS AQUELES CRISTÃOS SUPORTASSEM TODA AQUELA PERSEGUIÇÃO E TORTURA AS QUAIS ELES ERAM SUBMETIDOS A TODO O MOMENTO. ISSO LA SAGESSE JAMAIS PODERÁ COMPREENDER, POIS ELE ESTÁ PRESO EM SEUS SOFISMAS ATEÍSTAS, JÁ HÁ MUITÍSSIMO TEMPO REFUTADO E DERRUBADO, MAS QUE AINDA CONTINUA SENDO PREGADO EM UMA TENTATIVA COMPLETAMENTE DESESPERADA DE SALVAR O ATEÍSMO EM FRENTE À HISTÓRIA. A HISTÓRIA ATESTA E COMPROVA PARA A EXISTÊNCIA REAL DE JESUS, BEM COMO O SEU SOFRIMENTO E SUA MORTE POR AMOR A NÓS, QUE POR SUA VEZ TAMBÉM ENTREGAMOS AS NOSSAS VIDAS A ELE. AGORA VOLTEMOS RAPIDAMENTE A MAIS UMA PÉROLA DE LA SAGESSE ENCONTRADA EM SEU “BEST-SELLER”:

 

“Graças ao trabalho de notáveis mestre de Filosofia e Teologia da Escola de Tubíngen, na Alemanha, ficou provado que os Evangelhos e mesmo toda a Bíblia não possuem valor histórico, pondo-se em dúvida consequentemente tudo quanto a Igreja impôs como verdade sobre Jesus Cristo. Tudo o que consta dos Evangelhos e do Novo Testamento são apenas arranjos, adaptações e ficções, como o próprio Jesus Cristo o foi”

 

NOVAMENTE, PARA O BOM ATEU QUESTIONAR A HISTORICIDADE DAS ESCRITURAS, TERIA TAMBÉM QUE DUVIDAR ABSOLUTAMENTE DOS ESCRITOS DE PRATICAMENTE TODO O MUNDO ANTIGO. NA VERDADE, ELE TERIA REALMENTE QUE DUVIDAR DE ABSOLUTAMENTE TODA A HISTÓRIA ANTIGA! EXPLICAR ISSO É MUITO SIMPLES. ATUALMENTE SABE-SE DA EXISTÊNCIA DE MAIS DE 5000 MANUSCRITOS GREGOS DO NOVO TESTAMENTO (5309, PARA SER MAIS EXATO). SOME A ISSO, ENTÃO, OS MAIS DE 10 MIL MANUSCRITOS DA VULGATA LATINA E MAIS 9300 OUTRAS ANTIGAS VERSÕES, E TEREMOS ASSIM MAIS DE 24 MIL CÓPIAS ANTIGAS DE PORÇÕES DO NOVO TESTAMENTO.

 

NENHUM – ABOLUTAMENTE NENHUM MESMO – OUTRO DOCUMENTO DA HISTÓRIA ANTIGA CHEGA SEQUER PERTO DESSE NÚMERO E DE TAMANHA CONFIRMAÇAO! PARA VOCÊ TER UMA IDEIA, O QUE APARECE EM SEGUNDO LUGAR NA LISTA É A ILÍADA DE HOMERO, QUE TEM APENAS 643 MANUSCRITOS SOBREVIVENTES ATÉ HOJE. ADEMAIS, O PRIMEIRO TEXTO COMPLETO E CONSERVADO DE HOMERO DATA DO SÉCULO TREZE DA NOSSA ERA. EM COMPARAÇÃO, AS CÓPIAS COMPLETAS MAIS ANTIGAS QUE SOBREVIVERAM ATÉ HOJE DOS LIVROS DO NOVO TESTAMENTO DATAM DE APENAS DOIS SÉCULOS DEPOIS DOS ORIGINAIS! ISSO É UM VERDADEIRO MASSACRE! O NOVO TESTAMENTO BOTA NO CHÃO QUALQUER OUTRO DOCUMENTO ANTIGO!

 

A seguir apresentamos um quadro estatístico dos manuscritos remanescentes do Novo Testamento: Gregos

Unciais

267

Minúsculas

2.764

Lecionários

2.143

Papiros

88

Achados recentes

47

Manuscritos

TOTAL

5.309

Gregos existentes

       

 

SE A PRÓPRIA ILÍADA DE HOMERO (A SEGUNDA COLOCADA NO “RANKING”) PERDE EM DISPARADA PARA O NOVO TESTAMENTO DA BÍBLIA – UM VERDADEIRO MASSACRE – IMAGINE, ENTÃO, COMO SÃO COM OS DEMAIS DOCUMENTOS ANTIGOS! PARA TERMOS IDEIA DO TAMANHO DO MASSACRE, BASTA VERMOS QUE EXISTEM APENAS SETE CÓPIAS DOS ESCRITOS DE PLATÃO, CONTRA 5309 DO NOVO TESTAMENTO. TEMOS APENAS SETE CÓPIAS DE PLÍNIO, O JOVEM, CONTRA 5309 DO NOVO TESTAMENTO. TEMOS APENAS OITO CÓPIAS DE HERÓDOTO, CONTRA 5309 DO NOVO TESTAMENTO. TEMOS APENAS 49 CÓPIAS DE ARISTÓTELES, CONTRA 5309 DO NOVO TESTAMENTO. TEMOS APENAS DEZ CÓPIAS DE ARISTÓFANES, CONTRA 5309 DO NOVO TESTAMENTO. TEMOS APENAS OITO CÓPIAS DE TUCÍDEDES, CONTRA 5309 DO NOVO TESTAMENTO, SE INCLUÍRMOS TAMBÉM OS MANUSCRITOS DA VULGATA LATINA E OUTRAS VERSÕES ANTIGAS, CHEGAMOS A UM NÚMERO DE MAIS DE 24 MIL CÓPIAS DO NT, TORNANDO O RESULTADO AINDA MAIS ARRASADOR.

 

MAS, PARA O TOTAL DESESPERO DE LA SAGESSE, A COISA NÃO PÁRA POR AQUI, NÃO. TEMOS TAMBÉM QUE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O INTERVALO DE ANOS ENTRE O MANUSCRITO ORIGINAL E A SUA CÓPIA MAIS ANTIGA PRESERVADA. O QUE VEREMOS A SEGUIR É ALGO AINDA MAIS ASSUSTADOR E ASSOMBROSO A FAVOR DO NOVO TESTAMENTO. COMO JÁ VIMOS, EXISTE UM INTERVALO DE APENAS 250 ANOS DOS MANUSCRITOS ORIGINAIS DO NT E AS SUAS CÓPIAS MAIS ANTIGAS PRESERVADAS. EM COMPARAÇÃO, TEMOS 1100 ANOS DOS ESCRITOS DO TÁCITO, 750 ANOS DE PLÍNIO, 950 ANOS DE SUETÔNIO, 1400 ANOS DE SÓFOCLES, 1300 ANOS DEEURÍPEDES, 1200 ANOS DE ARISTÓFANES, 1300 ANOS DE HERÓDOTO, 1200 ANOS DE PLATÃO E 1400 ANOS DE ARISTÓTELES. NOVAMENTE, UM VERDADEIRO MASSACRE PARA O NOVO TESTAMENTO!

 

COMO BEM DEFINIU JOHN WARWICK:

 

"Ter uma atitude cética quanto ao texto disponível dos livros do Novo Testamento é permitir que toda a antigüidade clássica se torne desconhecida, pois nenhum documento da história antiga é tão bem confirmado bibliograficamente como o Novo Testamento"

 

MAS ISSO O NOSSO AMIGO LA SAGESSE NÃO GOSTA DE CONTAR PARA O POVO, POIS PREFERE QUE ELES CONTINUEM NA IGNORÂNCIA DO ATEÍSMO E PENSANDO QUE SÃO OS DONOS DA VERDADE. INFELIZMENTE O EMBUSTE DE LA SAGESSE (QUE DE MANEIRA ESPERADA NÃO CITA NENHUMA FONTE OU REFERÊNCIA EM SEU LIVRO) SÓ MOSTRA O SEU TOTAL E COMPLETO DESPREPARO EM FRENTE À HISTÓRIA ANTIGA E ATUAL. TODA A COMUNIDADE DE DOUTORES SÉRIOS E HONESTOS DISCORDAM COMPLETAMENTE DA OPINIÃO PESSOAL POR ACHISMO INFUNDADO DE LA SAGESSE, VEJAMOS ALGUMAS DAS OBSERVAÇÕES DE QUEM REALMENTE SABE DO ASSUNTO:

 

"De modo que o intervalo entre as datas da composição do original e os mais antigos manuscritos existentes se torna tão pequeno a ponto de, na prática ser insignificante. Assim, já não há base qualquer dúvida de que as Escrituras tenham chegado até nós tal como foram escritas. Pode-se considerar que finalmente estão comprovadas tanto a autenticidade como a integridade dos livros do Nono Testamento" (kekyon, “The Bible and Archaeology”)

 

"Na variedade e multiplicidade de provas sobre as quais repousa, o texto do Novo Testamento destaca-se de um modo absoluto e inigualável entre os textos em prosa da antiguidade” (F.J.A. Hort)

 

"O número de manuscritos néo - testamentários disponíveis é surpreendentemente maior do que os de qualquer outra obra da literatura antiga. Os mais antigos manuscritos existentes do Novo Testamento foram escritos numa data muito mais próxima da composição do texto original do que no caso de qualquer outro texto da literatura antiga" (J. Harold Greennlee)

 

"Talvez possamos avaliar melhor quão rico é o Novo Testamento em matéria de evidência manuscrita, se compararmos o material textual subsistente com outras obras históricas da antigüidade. O texto das porções existentes das duas grandes obras históricas de tácito depende totalmente de dois manuscritos, um do século nono e outro do século onze. Os manuscritos remanescentes das obras menores de tácito (Dialogus de Oratoribus (Diálogo sobre os Oradores), Agricola e Germania) Provêm todos de um códice do século décimo. Conhecemos a história de Tucídedes (cerca de 460-400 a.C.) a partir de oito manuscritos, dos quais o mais antigo data de 900 A.D., e de uns poucos fragmentos de papiros, escritos aproximadamente no início da era cristã. O mesmo se dá com a História de Heródoto (cerca de 480-425 a.C.). No entanto, nenhum conhecedor profundo dos clássicos daria ouvidos à tese de que a autenticidade de Heródoto ou Tucídedes é questionável porque os mais antigos manuscritos de suas obras foram escritos mais de 1.300 anos depois dos originais" (F.F. Bruce)

 

"Os mais antigos e conhecidos dos manuscritos da maioria dos autores gregos clássicos foram escritos pelo menos mil anos depois da morte do seu autor. Todavia, no caso do Novo Testamento, dois dos mais importantes manuscritos foram escritos em prazo não superior a 300 anos após o Novo Testamento estar completo, e manuscritos virtualmente completos, de alguns livros do Novo Testamento, bem como manuscritos incompletos, mas longos, de muitas partes do Novo Testamento, foram copiados em DATAS TÃO REMOTAS QUANTO UM SÉCULO APÓS SEREM ORIGINALMENTE ESCRITOS” (Greenlee, “Introduction to New Testament Textual Criticism”)

 

"Uma vez que os estudiosos aceitam que os escritos dos antigos clássicos são em geral fidedignos, muito embora os mais antigos manuscritos tenham sido escritos tanto tempo depois da redação original e o número de manuscritos remanescentes seja, em muitos casos, tão pequeno, está claro que da mesma forma, fica assegurada a credibilidade no texto do Novo Testamento” (Greenlee, “Introduction to New Testament Textual Criticism”)

 

"Após Ter examinado os manuscritos e versões, crítico textual ainda assim não esgotou o estudo das provas em favor do texto do Novo Testamento. Freqüentemente os escritos dos primeiros pais da igreja refletem uma forma de texto diferente da de um ou outro manuscrito... os testemunhos que dão do texto, especialmente quando corroboram leituras oriundas de outras fontes, são algo que o crítico textual deve consultar antes de formar juízo a respeito" (Enciclopédia Britânica)

 

“Veja aqueles livros. Você se lembra da pergunta que me fez sobre o Novo Testamento e os pais? Aquela pergunta despertou a minha curiosidade, e, como eu conhecia todas as obras existentes dos pais do segundo e terceiro séculos, comecei a pesquisar e, até agora, já encontrei todo o Novo Testamento, com exceção de onze versículos" (Darlymple)

 

“A esta altura, um rápido apanhado estatístico mostrará a existência de umas 32.000 citações do Novo Testamento feitas até a época do concílio de Nicéia (325 A.D.). Essas 32.000 são apenas um número parcial, e nem mesmo incluem os escritores do século quarto. Apenas acrescentando-se as citações feitas por um outro escritor, Eusébio, que escreveu prolificamente num período que vai até o concílio de Nicéia, teremos o total de citações do Novo Testamento aumentando para mais de 36.000" (Norman Geisler)

 

"De fato, essas citações são tão vastas que, se todas as demais fontes de conhecimento sobre o texto do Novo Testamento fossem destruídas, sozinhas essas citações seriam suficientes para a reconstituição de praticamente todo o Novo Testamento" (Bruce Metzger)

 

"Dentro as volumosas obras de material não publicado que o deão Burgon deixou ao morrer, destaca-se o índice de citações do Novo Testamento, feitas pelos pais da igreja antiga. Consiste de dezesseis espessos volumes que se encontram no Museu Britânico, e contém 86.489 citações" (Leo Jaganay)

 

CITAÇÕES PATRÍSTICAS DO NOVO TESTAMENTO ESCRITOR

Evangelhos

Atos

Epístolas Paulinas

Epístolas Gerais

Apocalipse

Total

Justino Mártir

268

10

43

6

26

330

Irineu

1.038

194

499

23

65

1.819

Clemente de Alex.

1.017

44

1.127

207

11

2.406

Orígenes

9.231

349

7.778

399

165

17.992

Tertuliano

3.822

502

2.609

120

205

7.258

Hipólito

734

42

387

27

188

1.378

Eusébio

3.258

211

1.592

88

27

5.176

Totais

19.368

1.352

14.035

870

664

36.289

 

OUTRA QUESTÃO DE GRANDE RELEVÂNCIA E QUE CONFIRMA A HISTORICIDADE E VERACIDADE DO NOVO TESTAMENTO É DESTACADO POR NORMAN GEISLER E FRANK TUREK AO EFICIENTEMENTE ACENTUAREM INÚMEROS PONTOS QUE COMPROVAM A AUTECIDADE DO EVANGELHO DE JOÃO E DE ATOS DOS APÓSTOLOS. A LISTA COMPLETA ESTÁ NO LIVRO “NÃO TENHO FÉ SUFICIENTE PARA SER ATEU” (E EU PODERIA COLOCAR TAMBÉM: “NÃO TENHO IGNORÂNCIA SUFICIENTE PARA SER ATEU”).

 

A SEGUIR VEJAMOS A TREMENDA PRECISÃO DE LUCAS NO LIVRO DE ATOS. COM ESMERADO DETALHAMENTO, SÃO CLARAMENTE IDENTIFICADOS 84 FATOS HISTORICAMENTE CONFIRMADOS, APENAS NOS ÚLTIMOS 16 CAPÍTULOS DE ATOS, SEM CONTAR TODO O RESTANTE DO LIVRO! TODOS ESTES PONTOS FORAM CONFIRMADOS PELA PESQUISA HISTÓRICA E PELA ARQUEOLOGIA. LUCAS (ESCRITOR DE ATOS) REGISTRA COM PRECISÃO:

 

1. A travessia natural entre portos citados corretamente (At 13.4,5);

2. O porto correto (Perge) juntamente com o destino correto de um navio

que vinha de Chipre (13.13);

3. A localização correta da Licaônia (14.6);

4. A declinação incomum mas correta do nome Listra (14.6);

5. O registro correto da linguagem falada em Listra — a língua licaônica (14.11);

6. Dois deuses conhecidos por serem muito próximos — Zeus e Hermes (14.12);

7. O porto correto, Atália, que os viajantes usavam na volta (14.25);

8. A ordem correta de chegada, a Derbe e depois a Listra, para quem vem da Cilícia (16.1; cf. 15.41);

9. A grafia correta do nome Trôade (16.8);

10. O lugar de um famoso marco para os marinheiros, a Samotrácia (16.11);

11. A correta descrição de Filipos como colônia romana (16.12);

12. A correta localização de um rio (Gangites) próximo a Filipos (16.13);

13. A correta associação de Tiatira a um centro de tingimento (16.14);

14. A designação correta dos magistrados da colônia (16.22);

15. A correta localização (Anfípolis e Apolônia) onde os viajantes costumavam passar diversas noites seguidas em sua jornada (17.1);

16. A presença de uma sinagoga em Tessalônica (17.1);

17. O termo correto ("politarches") usado em referência aos magistrados do lugar (17.6);

18. A correta implicação de que a viagem marítima é a maneira mais conveniente de chegar a Atenas, favorecida pelos ventos do leste na navegação de verão (17.14,15);

19. A presença abundante de imagens em Atenas (17.16);

20. A referência a uma sinagoga em Atenas (17.17);

21. A descrição da vida ateniense com debates filosóficos na Agora (17.17);

22.O uso da palavra correta na linguagem ateniense para Paulo (spermagos, 17.18), assim como para a corte (Areios pagos, 17.19);

23. A correta representação do costume ateniense (17.21);

24. Um altar ao "deus desconhecido" (17.23);

25. A correta reação dos filósofos gregos, que negavam a ressurreição do corpo (17.32);

26. Areopagíta (RA e RC) como o título correto para um membro da corte (17.34);

27. Uma sinagoga em Corinto (18.4);

28. A correta designação de Gálio como procônsul, residente em Corinto (18.12);

29. O termo bema (tribunal), superior ao forum de Corinto (18.16s);

30. O nome Tirano, conforme atestado em inscrições do século I em Éfeso (19.9);

31. Conhecidos relicários e imagens de Ártemis (19.24);

32. A muito confirmada "grande deusa Ártemis" (19.27);

33. Que o teatro de Éfeso era um local de grandes encontros da cidade (19.29);

34. O título correto grammateus para o principal magistrado (escrivão) de Éfeso (19.35);

35. O correto título de honta neokoros, autorizado pelos romanos (19.35);

36. O nome correto para designar a deusa (19.37);

37. O termo correto para aquele tribunal (19.38);

38. O uso do plural anthupatoí (procônsules), talvez uma notável referência ao fato de que dois homens estavam exercendo em conjunto a função de procônsul naquela época (19.38);

39. A assembléia "regular", cuja frase precisa é atestada em outros lugares

(19.39);

40. O uso de designação étnica precisa, beroíaios (20.4);

41. O uso do termo étnico asíanos (20.4);

42. O reconhecimento implícito da importância estratégica atribuída à cidade de Trôade (20.7s);

43. O período da viagem costeira naquela região (20.13);

44. A seqüência correta de lugares (20.14,15);

45. O nome correto da cidade como um plural neutro (Patara) (21.1);

46. O caminho correto passando pelo mar aberto, ao sul de Chipre, favorecido pelos fortes ventos noroeste (21.3);

47. A correta distância entre essas cidades (21.8);

48. Um ato de piedade caracteristicamente judeu (21.24);

49. A lei judaica considerando o uso que os gentios faziam da área do templo (21.28. Descobertas arqueológicas e citações de Josefo confirmam que os gentios poderiam ser executados por entrarem na área do templo. Em uma dessas descrições, pode-se ler: "Que nenhum gentio passe para dentro da balaustrada e do muro que cerca o santuário. Todo aquele que for pego será pessoalmente responsável por sua conseqüente execução".);

50. A presença permanente de uma coorte romana (chiliarch) em Antônia para reprimir qualquer perturbação na época das festas (21.31);

51. O lance de escadas usado pelos soldados (21.31,35);

52. A maneira comum de obter-se a cidadania romana naquela época (22.28);

53. O tribunal ficando impressionado com a cidadania romana, em vez da tarsiana (22.29);

54. Ananias como sumo sacerdote daquela época (23.2);

55. Félix como governador daquela época (23.34);

56. O ponto de parada natural no caminho para Cesaréia (23.31);

57. Em qual jurisdição estava a Cilícia naquela época (23.34);

58. O procedimento penal da província naquela época (24.1-9);

59. O nome Pórcio Festo, que concorda perfeitamente com o nome dado por Josefo (24.27);

60. O direito de apelação dos cidadãos romanos (25.11);

61. A fórmula legal correta (25.18);

62. A forma característica de referência ao imperador daquela época (25.26);

63. A melhor rota marítima da época (27.5);

64. A ligação entre Cilícia e Panfília (27.5);

65. O principal porto para se encontrar um navio em viagem para a Itália (27.5,6);

66. A lenta passagem para Cnido, diante dos típicos ventos noroeste (27.7);

67. A rota correta para navegar, em função dos ventos (27.7);

68. A localização de Bons Portos, perto da cidade de Laséia (27.8);

69. Bons Portos não era um bom lugar para permanecer (27.12);

70. Uma clara tendência de um vento sul daquela região transformar-se repentinamente num violento nordeste, muito conhecido e chamado gregale (27.13);

71. A natureza de um antigo navio de velas redondas que não tinha opção, senão ser conduzido a favor da tempestade (27.15);

72.A localização precisa e o nome desta ilha (27.16);

73. As manobras adequadas para a segurança do navio nesta situação em particular (27.16);

74. A 14ª noite — um cálculo notável, baseado inevitavelmente numa composição de estimativas e probabilidades, confirmada pela avaliação de navegantes experientes do Mediterrâneo (27.27);

75. O termo correto de tempo no Adriático (27.27);

76. O termo preciso (bosílantes) para captar sons e calcular a profundidade correta do mar perto de Malta (27.28);

77. Uma posição que se encaixa na provável linha de abordagem de um navio liberado para ser levado pelo vento do leste (27.39);

78. A severa responsabilidade dos guardas em impedir que um preso fugisse (27.42);

79. O povo local e as superstições da época (28.4-6);

80. O título correto protos tes nesou (28.7);

81. Régio como um refúgio para aguardar um vento sul para que pudessem passar pelo estreito (28.13);

82. Praça de Ápio e Três Vendas corretamente definidos como locais de parada da Via Ápia (28.15);

83. Forma correta de custódia por parte dos soldados romanos (28.16);

84. Condições de aprisionamento, vivendo "na casa que havia alugado" (28.30,31).

 

TODOS ESTES FATOS DESCONCERTANTES DESMONTAM COMPLETAMENTE COM O ACHISMO RIDÍCULO DE LA SAGESSE EM DIZER QUE O LIVRO DE ATOS ESTÁ NO MESMO PATAMAR DOS ESCRITOS APÓCRIFOS E QUE FOI ESCRITO SOMENTE NO QUARTO SÉCULO POR UMA TESTEMUNHA NÃO-OCULAR DOS FATOS. QUAL NADA, LUCAS É POR MUITOS CONSIDERADO NADA A MAIS NADA A MENOS DO QUE O MAIOR HISTORIADOR QUE JÁ PISOU NESTA TERRA EM TODOS OS TEMPOS.

 

A SUA PRECISÃO BRILHANTE RELATADA EM ATOS (MUITOS DOS FATOS NÃO SERIAM POSSÍVEIS ALGUM ESCRITOR FALSO TER RELATADO MAIS DE UM SÉCULO DEPOIS DE CRISTO) NOS MOSTRA NOVAMENTE QUE LA SAGESSE NÃO SE MOSTRA NEM UM POUCO PREOCUPADO EM PASSAR ALGUM TEMPO ESTUDANDO HISTÓRIA OU QUERENDO PASSAR INFORMAÇÕES DE CONTEÚDO SÓLIDO PARA OS SEUS LEITORES. AO CONTRÁRIO, ELE ACREDITA REALMENTE QUE OS SEUS ACHISMOS E ARGUMENTOS SEM REFERÊNCIA E NEM FUNDAMENTOS VÃO CONVENCER ALGUÉM DE QUE ELE ESTÁ CERTO E LUCAS (O MAIOR HISTORIADOR DE TODOS OS TEMPOS) ESTÁ ERRADO. TENHA TAMBÉM EM MENTE QUE LUCAS NÃO TINHA ACESSO AOS MAPAS OU CARTAS NÁUTICAS MODERNAS.

 

ELE SÓ PODERIA SER REALMENTE UMA TESTEMUNHA FIEL E OCULAR DOS FATOS! TOME TAMBÉM POR EXEMPLO O EVANGELHO DE JOÃO, O QUAL O NOSSO DESPREVINIDO LA SAGESSE AFIRMOU SER UMA INVENÇÃO COPIADA DOS ENSINOS DE FILON QUE, SEGUNDO ELE, TERIA ESCRITO O APOCALIPSE! PARA DERRUBAR TAMANHA BABOSEIRA BASTA VERMOS TODAS AS EVIDÊNCIAS CONSISTENTES DENTRO DO PRÓPRIO EVANGELHO DE JOÃO, QUE NOS MOSTRAM DE FORMA CLARA E LÚCIDA QUE O ESCRITOR DO EVANGELHO DE JOÃO ERA, DE FATO, UMA TESTEMUNHA OCULAR DOS FATOS QUE SUCEDERAM NO PRIMEIRO SÉCULO AD, E PODEMOS TAMBÉM COM GRANDE FACILIDADE DATARMOS DE ANTES DA DESTRUIÇÃO DE JERUSALÉM DE 70 AD:

 

1. A arqueologia confirmou o uso de jarros de água feitos de pedra nos tempos do NT (Jo 2.6);

2. Dada a antiga tendência cristã ao ascetismo, é muito pouco provável que o milagre do vinho seja uma invenção (2.8);

3. A arqueologia confirma o lugar correto do poço de Jacó (4.6);

4. Josefo (História da guerra judaica 2.232) confirma que havia hostilidade significativa entre judeus e samaritanos durante os tempos de Jesus (4.9);

5. O termo "desce" (RA e RC) descreve com precisão a topografia da Galiléia ocidental (existe uma queda significativa da elevação de Caná para Cafarnaum; 4.46,49,51);

6. O termo "subiu" descreve perfeitamente a subida a Jerusalém (5.1);

7. A arqueologia confirma a correta localização e a descrição de cinco entradas no tanque de Betesda (5.2). Escavações realizadas entre 1914 e 1938 revelaram o tanque, e ele era exatamente como João o havia descrito. Uma vez que essa estrutura não mais existia depois de os romanos terem destruído a cidade no ano 70 d.e, é improvável que qualquer outra testemunha não ocular pudesse tê-lo descrito com tal nível de detalhes. Além do mais, João diz que essa estrutura "está" ou "existe" em Jerusalém, implicando que está escrevendo antes do ano 70);

8. É improvável que o fato de o próprio testemunho de Jesus não ser válido sem o Pai seja uma invenção cristã (5.31); o redator posterior desejaria muito destacar a divindade de Jesus e provavelmente faria que seu testemunho fosse autenticado por si mesmo;

9. O fato de as multidões quererem fazer Jesus rei reflete o bastante conhecido fervor nacionalista de Israel do século I (6.15);

10. Tempestades repentinas e severas são comuns no mar da Galiléia (6.18);

11. A ordem de Cristo para que comessem sua carne e bebessem seu sangue não seria inventada (6.53);

12. É improvável que a rejeição a Jesus por parte de muitos de seus discípulos também seja uma invenção (6.66);

13. As duas opiniões predominantes sobre Jesus — uma de que ele é "um bom homem" e outra de que ele "está enganando o povo" — não seriam as duas opções que João escolheria se estivesse inventando uma história (7.12); um escritor cristão posterior provavelmente teria inserido a opinião de que Jesus era Deus;

14. É improvável que a acusação de Jesus estar possuído por demônios seja uma invenção (7.20);

15. O uso do termo "samaritano" para ofender Jesus encaixa-se na hostilidade entre judeus e samaritanos (8.48);

16. É improvável que o desejo dos judeus que haviam crido nele de apedrejá-lo seja uma invenção (8.31,59);

17. A arqueologia confirma a existência e a localização do tanque de Siloé (9.7);

18. Ser expulso da sinagoga pelos fariseus era um temor legítimo dos judeus.

Perceba que o homem curado professa sua fé em Jesus somente depois de ter sido expulso da sinagoga pelos fariseus (9.13-39), momento em que ele não tinha mais nada a perder. Isso transpira autenticidade;

19. O fato de o homem curado chamar Jesus de "profeta', e não outra designação mais elevada, sugere que o incidente é uma história sem retoques (9.17);

20. Durante uma festa no inverno, Jesus caminhou pelo Pórtico de Salomão, que era o único lado da área do templo protegido do vento frio vindo do leste durante o inverno (10.22,23); essa área é mencionada diversas vezes por Josefo;

21. Três quilômetros (15 estádios) é a distância exata entre Betânia e Jerusalém (11.18);

22. Devido à animosidade posterior entre cristãos e judeus, é improvável que a descrição de que os judeus confortaram Marta e Maria seja uma invenção (11.19);

23. Os panos usados para sepultar Lázaro eram comuns nos sepultamentos judaicos do século I (11.44); é improvável que um autor ficcional incluísse esse detalhe irrelevante no aspecto teológico;

24. A descrição precisa da composição do Sinédrio (11.47): durante o ministério de Jesus, ele era composto basicamente pelos principais sacerdotes (em grande parte saduceus) e pelos fariseus;

25. Caifás realmente era o sumo sacerdote naquele ano (11.49); aprendemos com Josefo que Caifás permaneceu no ofício entre 18 e 37 d.C.;

26. A pequena e obscura vila de Efraim (11.54), perto de Jerusalém, é mencionada por Josefo;

27. A limpeza cerimonial era comum na preparação para a Páscoa (11.55);

28. Às vezes os pés de um convidado especial eram ungidos com perfume ou óleo na cultura judaica (12.3); é improvável que o ato de Maria em secar os pés de Jesus com os cabelos seja uma invenção (isso poderia facilmente ter sido visto como uma provocação sexual);

29. A agitação de ramos de palmeiras era uma prática judaica comum para celebrar as vitórias militares e dar boas-vindas aos governantes nacionais (12.13);

30. A lavagem dos pés na Palestina do século I era necessária por causa da poeira e dos calçados abertos. É improvável que o relato de Jesus executando essa tarefa tão servil seja uma invenção (essa é uma tarefa que nem mesmo os escravos judeus eram obrigados a fazer) (13.4); a insistência de Pedro para que recebesse um banho completo também se encaixa com sua personalidade impulsiva (certamente não havia propósito em inventar esse pedido);

31. Pedro faz um sinal a João para que este faça uma pergunta a Jesus (13.24); não há razão para inserir esse detalhe se ele fosse uma ficção, pois o próprio Pedro poderia ter feito a pergunta diretamente a Jesus;

32. É improvável que a frase "o Pai é maior do que eu" seja uma invenção (14.28), especialmente se João quisesse produzir a divindade de Cristo (como os críticos afirmam que ele fez);

33. O uso de vinho como uma metáfora tem sentido em Jerusalém (15.1); os vinhedos estavam na proximidade do templo, e, de acordo com Josefo, os portões do templo tinham uma vinha dourada entalhada neles;

34. O uso da metáfora do nascimento de uma criança (16.21) é plenamente judaico; foi encontrado nos Manuscritos do mar Morto (lQH 11.9,10);

35. A postura-padrão judaica para as orações era olhar "para o céu" (17.1);

36. A confirmação de Jesus de que suas palavras vieram do Pai (17.7,8) não seria incluída se João estivesse inventando a idéia de que Jesus era Deus;

37. Nenhuma referência específica a uma passagem das Escrituras já cumprida é dada no que se refere à predição da traição de Judas; um escritor ficcional ou um redator cristão posterior provavelmente teria identificado os textos do AT aos quais Jesus estava se referindo (17.12);

38. É improvável que o nome do servo do sumo sacerdote (Malco) que teve sua orelha cortada seja uma invenção (18.10);

39. A correta identificação do sogro de Caifás, Anás, que foi o sumo sacerdote entre os anos 6 e 15 d. e. (18.13) — o comparecimento diante de Anás é crível por causa da ligação familiar e do fato de que os ex-sumos sacerdotes preservavam uma grande influência;

40. A afirmação de João de que o sumo sacerdote o conhecia (18.15) parece histórica; a invenção dessa afirmação não serve a propósito algum e exporia João a ser desacreditado pelas autoridades judaicas;

41. As perguntas de Anás em relação aos ensinamentos e aos discípulos de Jesus fazem sentido no aspecto histórico; Anás estaria preocupado com a possibilidade de um tumulto civil e uma diminuição da autoridade religiosa judaica (18.19);

42. A identificação de um parente de Malco (o servo do sumo sacerdote que teve sua orelha cortada) é um detalhe que João não teria inventado (18.26); ele não tem nenhuma importância teológica e apenas poderia afetar a credibilidade de João se estivesse tentando fazer uma ficção se passar por verdade;

43. Existem boas razões históricas para acreditar na relutância de Pilatos de lidar com Jesus (18.285): Pilatos precisava equilibrar-se numa linha muito tênue, mantendo felizes tanto os judeus quanto Roma; qualquer perturbação civil poderia custar-lhe a posição (os judeus sabiam de suas preocupações com uma competição quando o desafiaram, dizendo: "Se deixares esse homem livre, não és amigo de César. Quem se diz rei opõe-se a César", 19.12; o filósofo judeu Fílon registra que os judeus fizeram uma pressão bem-sucedida sobre Pilatos de maneira similar para que tivessem suas exigências satisfeitas (A Caio 38.301,302);

44. Uma superfície similar ao Pavimento de Pedra foi identificada próxima da fortaleza de Antônia (19.13) com marcas que podem indicar que os soldados entretinham-se ali com jogos (como no caso de tirar sortes para decidir quem ficaria com as roupas de Jesus em 19.24);

45. O fato de os judeus exclamarem "Não temos rei, senão César" (19.15) não seria inventado, dado o ódio judaico pelos romanos, especialmente se o evangelho de João tivesse sido escrito depois do ano 70 d.C. (isso seria o mesmo que os moradores de Nova York de hoje proclamarem "Não temos rei, senão Osama bin Laden!");

46. A crucificação 4e Jesus (19.17-30) é atestada por fontes não-cristãs como Josefo, Tácito, Luciano e o talmude judaico;

47. As vítimas de crucificação normalmente levavam sua própria travessa  (19.17);

48. Josefo confirma que a crucificação era uma técnica de execução empregada pelos romanos (História da guerra judaica 1.97; 2.305; 7.203); além disso, um osso do tornozelo de um homem crucificado, perfurado por um prego, foi encontrado em Jerusalém em 1968 (v. mais sobre isso no capítulo 12);

49. É provável que a execução tenha acontecido fora da antiga Jerusalém, como diz João (19.17); isso garantiria que a cidade sagrada judaica não fosse profanada pela presença de um corpo morto (Dt 21.23);

50. Depois de a lança ter perfurado o lado de Jesus, saiu aquilo que parecia ser sangue e água (19.34). Hoje sabemos que a pessoa crucificada pode ter uma concentração de fluidos aquosos na bolsa que envolve o coração, chamada de pericárdio. João não saberia dessa condição médica e não poderia ter registrado esse fenômeno a não ser que tivesse sido testemunha ocular dele ou tivesse acesso ao depoimento de uma testemunha ocular;

51. É improvável que José de Arimatéia (19.38), o membro do Sinédrio que sepultou Jesus, seja uma invenção (leia mais sobre isso no capítulo seguinte);

52. Josefo (Antiguidades judaicas 17.199) confirma que especiarias (19.39) eram usadas em sepultamentos reais. Esse detalhe mostra que Nicodemos não estava esperando que Jesus ressuscitasse dos mortos e também demonstra que João não estava inserindo fé cristã posterior em seu texto;

53. Maria Madalena (20.1), uma mulher que fora possuída por demônios (Lc 8.2), não seria inventada como a primeira testemunha do túmulo vazio. O fato é que as mulheres em geral não seriam apresentadas como testemunhas numa história inventada (leia mais sobre isso a seguir);

54. O fato de Maria confundir Jesus com um jardineiro (20.15) não é um detalhe que um escritor posterior teria inventado (especialmente um escritor buscando exaltar Jesus);

55. "Rabôni" (20.16), o termo aramaico para "mestre", parece um detalhe autêntico porque é outra improvável invenção para um escritor tentando exaltar o Jesus ressurreto;

56. O fato de Jesus afirmar que ele está voltando "para meu Pai e Pai de vocês" (20.17) não se encaixa com um escritor posterior inclinado a criar a idéia de que Jesus era Deus;

57. O total de 153 peixes (21.11) é um detalhe teologicamente irrelevante, mas perfeitamente coerente com a tendência dos pescadores de quererem registrar e depois se gabar de suas grandes pescarias;

58. O medo dos discípulos de perguntarem a Jesus quem ele era (21.12) é uma trama improvável. Ele demonstra a natural surpresa humana diante do Cristo ressurreto e talvez o fato de que havia alguma coisa diferente em relação a seu corpo ressurreto;

59. A enigmática declaração de Jesus sobre o destino de Pedro não é clara o suficiente para tirar-se dela certas conclusões teológicas (21.18); então, por que João a inventaria? Isso é outra invenção improvável.

 

SERÁ QUE É PRECISO TER MAIS FÉ PARA ACREDITAR NO EVANGELHO DE JOÃO OU NO EMBUSTE FEITO POR LA SAGESSE??? COM TODA CERTEZA, EU NÃO TENHO FÉ SUFICIENTE PARA ACREDITAR EM LA SAGESSE!!!

 

EM RESUMO, TODO O LIVRO DE LA SAGESSE CONSISTE APENAS EM LANÇAR DIFLAMAÇÕES VAZIAS E SEM PROVAS E NEM REFERÊNCIAS, A FIM DE PRESTAR SERVIÇO À SATANÁS PARA TENTAR DESTRUIR DE QUALQUER FORMA A EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO, BEM COMO A SUA DIVINDADE, MORTE E RESSURREIÇÃO, E PRINCIPALMENTE, FONTE VIVA DE ETERNA SALVAÇÃO. TAL OBJEÇÃO DE SAGESSE, CONTUDO, NÃO CONSISTE EM ALGUM TIPO DE FUNDAMENTO SÓLIDO OU EM ALGUM ARGUMENTO SÉRIO QUE MEREÇA ALGUM RESPEITO (DE FATO, O LIVRO DELE DEVERIA LEVAR O TÍTULO DE “ACHISMOS DE SAGESSE”), MAS SIM COMO O FRUTO DO PURO DESESPERO ATEÍSTA EM NEGAR JESUS CRISTO, O QUE REVELA TAMBÉM O TAMANHO DESPREPARO DA PARTE DELES EM SE TRATAR DE QUESTÃO DE HISTÓRIA.

 

É MUITO INTERESSANTE VER QUE SAGESSE FAZ FORTE USO DE ARGUMENTOS BASEADOS NAQUILO QUE ELE PRÓPRIO ACHA (ACHISMO), O QUE ELE MESMO ACREDITA. ELE NÃO SE IMPORTA COM “PROVAS”. SE ELE ACHA QUE OS TEXTOS DE JOSEFO FORAM ADULTERADOS, ENTÃO FORAM E PRONTO! PARA ISSO ELE ACHA SUFICIENTE MOSTRAR UM OU OUTRO ARGUMENTO FRAQUÍSSIMO E SEM REFERÊNCIAS E ACHA QUE DESTA FORMA ENGANA ALGUÉM QUE É FRACO NA FÉ, QUANDO, NA VERDADE, SÓ ESTÁ TENTANDO ENGANAR É A ELE MESMO. ALGO SEMELHANTE OCORREU HÁ ALGUNS MÊSES ATRÁS QUANDO, NO FRUTO DO DESESPERO E DESPREPARO, CERTO DEBATEDOR TEVE QUE APELAR ME DIZENDO, NAS SUAS PALAVRAS, QUE “JOSEFO ERA UM PALHAÇO CRENTE”. OU SEJA, ZOMBOU DO MAIOR E MAIS RECONHECIDO HISTORIADOR DO SÉCULO I E UM DOS MAIS RECONHECIDOS DE TODA A ANTIGUIDADE DE “PALHAÇO CRENTE”...

 

EMBORA LA SAGESSE NÃO TENHA SE UTILIZADO DA MESMA FORMA DE APELAÇÃO, OS SEUS “ARGUMENTOS” SÃO SUTENTADOS BASICAMENTE PELA MESMA MANEIRA: ELE MENOSPREZA JESUS E OS CRISTÃOS, MAS NA HORA DE REFUTAR AS EVIDÊNCIAS ELE FINGE QUE NÃO VIU 80% DELAS E NAS OUTRAS ATACA SEM PROVAS NENHUMA! PURO PRÉ-CONCEITO! ADEMAIS, JOSEFO NÃO DISSE QUE JESUS DE FATO RESSUSCITOU, ELE APENAS DIZ QUE OS SEUS DISCÍPULOS [DE JESUS] ACREDITAVAM EM SUA RESSURREIÇÃO. ISSO É MERA E SIMPLES INTERPRETAÇÃO DE TEXTO, MAS ME PARECE QUE ATÉ MESMO ISSO PARECE SER DIFÍCIL DEMAIS PARA OS ATEUS E PARA LA SAGESSE CONSEGUIREM FAZER. INFELIZMENTE O ATEÍSMO MUITAS VEZES IMPEDE AS PESSOAS DE PENSAREM. ELE IMPÕE QUE DEUS NÃO EXISTE E PRONTO – NÃO EXISTE PROVA QUE PODE SER CONTRA!

 

NOUTRAS PALAVRAS, ELES JÁ PARTEM DE UM CONCEITO VAZIO E SEM PROVAS COMO SENDO UMA VERDADE ABSOLUTA – “DEUS NÃO EXISTE” – E A PARTIR DESTA PREMISSA FALSA ELES ATACAM OS CRENTES COM MAIS E MAIS ACHISMOS, FUNDAMENTADOS POR ALGO QUE NÃO PODE SER SUSTENTADO. ESSE DESESPERO NÃO É APENAS EVIDENCIÁVEL EM PESSOAS TOTALMENTE DESPREPARADAS TAIS COMO LA SAGESSE OU O DEBATEDOR ATEU QUE XINGOU JOSEFO DE PALHAÇO, MAS ATÉ MESMO COM DOUTORES NO ASSUNTO QUE ACABAM FICANDO NUMA SITUAÇÃO UM TANTO QUANTO DESESPERADORA. POR EXEMPLO, UM DETERMINADO PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DA CALIFÓRNIA, BART EHRMAN, HAVIA FEITO UMA DISSERTAÇAO DOUTORAL SOBRE O ASSUNTO DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO E ESTAVA FAMILIARIZADO COM TODAS AS EVIDÊNCIAS QUANDO FOI DEBATER COM WILLIAN LANE CRAIG SOBRE ESTE ASSUNTO.

 

ELE NÃO PODERIA NEGAR OS FATOS DO SEPULTAMENTO DE JESUS, DE SEU TÚMULO VAZIO, SUAS APARIÇÕES APÓS A RESSURREIÇÃO E SOBRE A ORIGEM DA CRENÇA DOS DISCÍPULOS EM SUA RESSURREÇÃO. O ÚNICO RECURSO DELE ERA OFERECER UMA EXPLICAÇÃO ALTERNATIVA SOBRE OS FATOS. ASSIM, ESTE PROFESSOR RECONHECIDO SOLTOU UMA PÉROLA GENIAL: ELE ARGUMENTOU DIZENDO QUE JESUS TINHA UM DESCONHECIDO IRMÃO GÊMEO IDÊNTICO QUE FOI SEPARADO DELE NO NASCIMENTO, VOLTOU PARA JERUSALÉM EXATAMENTE NO PERÍODO DA CRUCIFICAÇÃO, DEPOIS ROUBOU O CORPO DE JESUS DO TÚMULO E AÍ APRESENTOU-SE AOS DISCÍPULOS, QUE POR ENGANO INFERIRAM QUE JESUS RESSUSCITARA DENTRE OS MORTOS!

 

ORA, ISSO NOS MOSTRA O TAMANHO DAS MEDIDAS DESESPERADAS QUE O CETICISMO DEVE IR A FIM DE NEGAR A HISTORICIDADE DA EXISTÊNCIA E RESSURREIÇÃO DE JESUS. UNS DIZEM QUE JESUS NUNCA EXISTIU (QUANDO NA VERDADE EXISTEM MUITO MAIS PROVAS DE SUA EXISTÊNCIA DO QUE DA GRANDE MAIORIA DOS PERSONAGENS HISTORICAMENTE RECONHECIDOS DA ANTIGUIDADE), OUTROS DIZEM QUE A BÍBLIA NÃO É HISTORICAMENTE SEGURA (QUANDO NA VERDADE É MASSACRADAMENTE SUPERIOR A TODOS OS OUTROS DOCUMENTOS HISTÓRICOS DE TODA A HISTÓRIA DO MUNDO ANTIGO, TANTO POR QUANTIDADE DE CÓPIAS QUANTO POR CÓPIAS MAIS ANTIGAS), OUTROS CHAMAM JOSEFO DE “PALHAÇO CRENTE”, E OUTROS AINDA PARA NEGAR O FATO DA RESSURREIÇÃO DIZEM QUE JESUS TINHA UM IRMÃO GÊMEO IDENTICO E LADRÃO QUE ROUBA O SEU CORPO E AINDA É FARSANTE E ENGANADOR PARA SE APRESENTAR AOS APÓSTOLOS E ENGANAR TODOS ELES.

 

DE TUDO ISSO, ME PARECE QUE O MAIOR EMBUSTE É AQUILO QUE O PRÓPRIO LA SAGESSE INTENTOU EM FAZER: NEGAR A EXISTÊNCIA DE UM DOS PERSONAGENS HISTÓRICOS MAIS HISTORICAMENTE RECONHECIDOS DE TODA A HISTÓRIA ANTIGA, E USANDO PARA ISSO ARGUMENTOS FRACOS, INÚTEIS, ACHISMOS JÁ HÁ MUITO TEMPO REFUTADOS E DESMASCARADOS, MAS QUE ALGUNS ATEUS AINDA INSISTEM NELES, SIMPLESMENTE POR NÃO PODEREM CONTRA TODAS AS EVIDÊNCIAS. A PRÓPRIA COMUNIDADE ATEÍSTA SÉRIA JAMAIS ACEITOU A POSIÇÃO DE LA SAGESSE SOBRE A INEXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO. OS DOIS MAIORES NOMES DO “NOVO ATEÍSMO”, RICHARD DAWKINS E CHRISTOPHER HITCHENS, JAMAIS OUSARAM QUESTIONAR A EXISTÊNCIA HISTÓRICA DE JESUS CRISTO EM SEUS LIVROS. ELES SABEM QUE SERIAM MOTIVOS DE ESCÁRNIO DENTRO DE TODA A COMUNIDADE SÉRIA E DE RESPEITO.

 

O PRÓPRIO HITCHENS AFIRMOU EM SEU DEBATE COM DINESH D’SOUZA QUE CRÊ QUE HOUVE UM HOMEM CHAMADO JESUS QUE SE MOVEU NA PALESTINA NO SÉCULO PRIMEIRO AD, E QUE TEVE DISCÍPULOS INSTITUÍDOS POR ELE QUE DERAM AS SUAS VIDAS PELA CAUSA DO EVANGELHO. ESSA É, ALIÁS, A OPINIÃO DE TODA A COMUNIDADE ATEÍSTA SÉRIA. APENAS ALGUMAS NOVAS IDEIAS FORMULADAS POR PESSOAS TAIS COMO LA SAGESSE, TOTALMENTE DESPERCEBIDO POR TODA A COMUNIDADE ATEÍSTA, QUE NOS DIVERTEM COM NOVAS PÉROLAS E NOVAS INFORMAÇÕES COMPLETAMENTE DESPROVIDAS DE CONHECIMENTO HISTÓRICO, E REPLETA DE ACHISMOS SEM FUNDAMENTOS E NEM REFERÊNCIAS. RECOMENDO-LHE TAMBÉM QUE LEIE O MEU ARTIGO SOBRE A EXISTÊNCIA HISTÓRICA DE JESUS CRISTO, REPLETO DE DETALHES E COM AMPLO EMBASAMENTO HISTÓRICO SÉRIO COM A DEVIDA FONTE E REFERÊNCIA. O LINK SE ENCONTRA AQUI NESTE SITE:

 

http://lucasbanzoli.no.comunidades.net/index.php?pagina=1078079068

 

CREIO QUE A LEITURA DESTE ARTIGO, BEM COMO O OUTRO SOBRE A EXISTÊNCIA HISTÓRICA DE JESUS, POSSA-LHE AJUDAR GRANDEMENTE A SE FORTALECER NA FÉ EM CRISTO, BEM COMO AS DEMAIS PESSOAS QUE AINDA TENDEM AO AGNOSTICISMO. UM FORTE ABRAÇO A VOCÊ E A TODOS OS DEMAIS QUE FAZEM PARTE DA “GERAÇÃO ELEITA, O SACERDÓCIO REAL, A NAÇÃO SANTA, O POVO ESCOLHIDO, QUE ANUNCIAM AS VIRTUDES DAQUELE QUE VOS CHAMOU DAS TREVAS PARA A SUA MARAVILHOSA LUZ” (1Pedro 2:9)

 

FIQUE NA PAZ DO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO!

 

 

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Por: Lucas Banzoli.

 

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