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EXPLICAÇÕES SOBRE A PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO
EXPLICAÇÕES SOBRE A PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO

A PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO

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A TARDE MEU IRMÃO LUCAS:A PAZ DO SENHOR JESUS,
EU ESTOU LENDO ESTES ESTUDOS SEU E ESTOU MUINTO GRATO COM TUDO QUE EU TEM APRENDIDO,EU NUCA PENSAVA NA MORTE DA ALMA.
MAS UMA COISA MIM CHAMOU A A TENÇÃO SOBRE ISTO,NO LIVRO DE LUCAS CP 16 V 19 EM DIANTE,ONDE O POBRE FOI PARA O SEIO DE ABRAÃO E O RICO EM AGONIA NO INFERNO,PAI ABRAÃO MANDE QUE LAZARO MOLHE O DEDO NA ÁGUA E COLOQUE NA MINHA LINGUA.
E AI O QUE VC MIM DIZ?
EU MEDITEI E DEUS MIM REVELOU,EU NÃO TEM DUVADA COM O QUE VOCÊ ESCREVEU SOBRE A MORTE DA ALMA NA LUZ DA BIBLIA.
O QUE SIGUINIFICA O SEIO DA ABRAÃO?
VC E PASTOR OU SO E ECRITOR?
ESPERO SUA RESPOSTA.
OBRIGADO QUE O SENHOR JESUS CONTINUE TE USANDO.

MANUEL SILVA REIS(PELA MISERICORDIA DE DEUS SOU OBREIRO NA IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS) (Manuel Silva Reis, Vitória da Conquista – 03/12/2010)

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Resposta - OLÁ, MANUEL.
PRIMEIRAMENTE, AGRADEÇO-LHE GRANDEMENTE A SUA ATENÇÃO SOBRE ESTE IMPORTANTE TEMA DENTRO DA COMUNIDADE CRISTÃ. ANTES DE COMENTAR SOBRE A PARÁBOLA DO RICO E DO LÁZARO, EXISTEM DOIS ESTUDOS SOBRE O TEMA NESTE SITE, UM É O ARTIGO "IMORTALIDADE DA ALMA REFUTADA", E O OUTRO É UM ESTUDO BEM GRANDE SOBRE O TEMA EM QUE EU TAMBÉM INCLUO COMENTÁRIOS SOBRE A PARÁBOLA. O LINK DEMORA PARA ENTRAR POR CAUSA DO EXTENSO CONTEÚDO, MAS DEPOIS É SÓ IR ATÉ A PARTE DO LIVRO EM QUE COMENTO SOBRE LUCAS 16 - "A LENDA DA IMORTALIDADE DA ALMA"

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NO ESTUDO ACIMA HÁ UM ESTUDO BEM AMPLIADO E EXTENSO SOBRE O TEMA, POR ISSO VOU PASSAR APENAS UM BREVE RESUMO AQUI ABAIXO. SOBRE LUCAS 16, HÁ TRÊS COISAS MUITO RELEVANTES A SE COLOCAR AQUI:
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1) O RELATO FAZ PARTE DE UMA PARÁBOLA
2) PARÁBOLAS NÃO TEM MEIOS LITERAIS
3) LOGO, A PARÁBOLA DE LUCAS 16 NÃO POSSUI MEIOS LITERAIS
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ESSA LÓGICA SIMPLES NOS AJUDA A COMPREENDER UM POUCO MAIS SOBRE ISSO E, CASO AS PREMISSAS ACIMA SE CONFIRMEM, SEGUE-SE LOGICAMENTE QUE A PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO NÃO SERVE DE APOIO PARA A DOUTRINA DA IMORTALIDADE DA ALMA. PARA ISSO, PORÉM, TEMOS QUE CONFIRMAR CADA UMA DAS PREMISSAS:
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(1) O RELATO FAZ PARTE DE UMA PARÁBOLA
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ESSA PRIMEIRA PREMISSA É FACILMENTE CONFIRMADA PELO SIMPLES FATO DE QUE O PRÓPRIO RELATO FICA ENTRE PARÁBOLAS QUE CRISTO ESTÁ CONTANDO, COMO SE SEGUE ABAIXO:
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CAP.14 DE LUCAS - A PARÁBOLA DA GRANDE FESTA
CAP.15 DE LUCAS - A PARÁBOLA DA OVELHA PERDIDA
CAP.15 DE LUCAS – A PARÁBOLA DA MOEDA PERDIDA
CAP.15 DE LUCAS – A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO
CAP.16 DE LUCAS - A PARÁBOLA DO ADMINISTRADOR DESONESTO
CAP.16 DE LUCAS - A ******** DO RICO E DO LÁZARO
CAP.17 DE LUCAS - A PARÁBOLA DO EMPREGADO
CAP.18 DE LUCAS – A PARÁBOLA DA VIÚVA E DO JUIZ
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NOUTRAS PALAVRAS, JESUS ESTAVA CONTANDO UMA HISTÓRIA ATRÁS DA OUTRA E PARA ISSO ELE FAZIA USO DE UMA PARÁBOLA. O PRÓPRIO RELATO DA PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO NOS MOSTRA QUE OS PERSONAGENS ALI CITADOS POSSUÍAM “LÍNGUA” (v.24), “DEDOS” (v.24), E SENTIAM SEDE (v.24). ISSO TUDO NÃO BATE COM UM “ESPÍRITO”, MAS SIM COM PESSOAS DE CARNE E SANGUE. NOUTRAS PALAVRAS, O ENSINAMENTO ERA, NA REALIDADE, UMA PERSONIFICAÇÃO DE PERSONAGENS INANIMADOS E NÃO ALGUM RELATO REAL DE ALGUM FATO QUE TENHA ACONTECIDO. POR ISSO, A MENÇÃO NÃO É DE ESPÍRITOS DESCORPÓREOS, MAS SIM DE PESSOAS COM CORPO. A PERSONIFICAÇÃO É UMA CARACTERÍSTICA GRANDEMENTE PRESENTE EM PARÁBOLAS CONTADAS POR JESUS.
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(2) PARÁBOLAS NÃO TÊM MEIOS LITERAIS
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COM ESSA SEGUNDA PREMISSA, EU NÃO ESTOU TENTANDO DIMINUIR OU ANULAR O VALOR DAS PARÁBOLAS, MAS APENAS ESCLARECER AQUILO QUE O PRÓPRIO DICIONÁRIO ATESTA: QUE PARÁBOLAS SÃO ENSINAMENTOS QUE TE LEVAM A UMA VERDADE MORAL POR MEIO DE ALEGORIAS, OU SEJA, UMA LINGUAGEM EXPRESSA POR MEIO DE FIGURAÇÕES E UMA IMAGEM QUE TE REMETE A UMA VERDADE MORAL OU ESPIRITUAL QUE NÃO É UM FIM EM SI MESMA POR SEUS MEIOS. NOUTRAS PALAVRAS, OS PRÓPRIOS MEIOS PARABÓLICOS QUE SE FAZEM POR MEIO DE ALEGORIAS NÃO SÃO A PRÓPRIA REALIDADE, MAS SIM A LIÇÃO MORAL E/OU ESPIRITUAL A QUE A ALEGORIA TE LEVA. VAMOS USAR COMO EXEMPLOS OUTRAS PARÁBOLAS CONTADAS POR CRISTO EM QUE FICA CLARO QUE OS MEIOS DA PARÁBOLA NÃO PODEM SER ANALISADOS LITERALMENTE E NEM CARACTERIZADOS COMO UMA VERDADE EM SI MESMA:
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“O senhor elogiou o administrador desonesto, porque agiu astutamente. Pois os filhos deste mundo são mais astutos no trato entre si do que os filhos da luz” (Lc.16:8)
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SE FÔSSEMOS ANALISAR APENAS ESTA PARTE DA PARÁBOLA (OU SEJA, OS MEIOS DELA), PODERÍAMOS PRESSUPOR QUE DEUS APROVA A PRÁTICA DE ADMINISTRAÇÃO DESONESTA. É CLARO QUE ISSO NÃO É VERDADE PORQUE AS PARÁBOLAS NÃO POSSUEM MEIOS REAIS E LITERAIS. A LIÇÃO MORAL DA PARÁBOLA NÃO É A PRÁTICA DE ADMINISTRAÇÃO DESONESTA, COMO É MOSTRADO NO VERSO SEGUINTE EM QUE A LIÇÃO MORAL POR MEIO DE ALEGORIA É ESCLARECIDA (Lc.16:9).
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“Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem (Lc.18:2)
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NESTA OUTRA PARÁBOLA, O JUÍZ É UMA REPRESENTAÇÃO DAQUELE QUE ATENDE AS NOSSAS ORAÇÕES, ISTO É, DO PRÓPRIO DEUS. CONTUDO, PELOS SEUS MEIOS, PODERÍAMOS PRESSUPOR QUE DEUS FOSSE UM JUÍZ MAU E QUEM NEM RESPEITA AOS HOMENS, POIS É ISSO O QUE O VERSO 2 (MEIOS DA PARÁBOLA) NOS AFIRMA CATEGORICAMENTE. É ÓBVIO QUE DEUS NÃO É UM JUÍZ MAU PORQUE A LIÇÃO MORAL (O QUE REALMENTE IMPORTA EM QUESTÃO DE VERDADE DOUTRINÁRIA) É UMA EXORTAÇÃO À PERSEVERANÇA NAS ORAÇÕES (v.7). NOUTRAS PALAVRAS, OS MEIOS DA PARÁBOLA SÃO CLARAMENTE IRREAIS, ENQUANTO A SUA FINALIDADE (LIÇÃO MORAL) É CLARAMENTE REAL. O MESMO PODE SER DITO COM RELAÇÃO À PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO, COMO VEREMOS MAIS ADIANTE.
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“Então o senhor disse ao servo: Vá pelos caminhos e valados e obrigue-os a entrar, para que a minha casa fique cheia” (Lc.14:23)
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ESSA OUTRA PARÁBOLA NOS MOSTRA, EM SEUS MEIOS, QUE AS PESSOAS SÃO “OBRIGADAS A ENTRAR” PARA QUE A CASA FIQUE CHEIA. ORA, SE OS MEIOS DA PARÁBOLA DEVEM SER ANALISADOS COMO UMA VERDADE ESPIRITUAL, ENTÃO SERÁ QUE DEUS OBRIGA QUE ALGUÉM ENTRE NO CÉU? SERÁ QUE SOMOS OBRIGADOS A ENTRAR NA CASA DE DEUS OU FAZEMOS ISSO POR NOSSA PRÓPRIA ESPONTÂNEA VONTADE E LIVRE-ARBÍTRIO? É CLARO QUE A SEGUNDA OPÇÃO. OS MEIOS DA PARÁBOLA NOVAMENTE NÃO SÃO A PRÓPRIA REALIDADE EM SI MESMA. VAMOS VER MAIS ALGUNS EXEMPLOS:
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“Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste (Mt.25:24)
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ANALISANDO APENAS OS MEIOS DA PARÁBOLA, PODERÍAMOS ACHAR QUE O DEUS QUE DEPOSITA O TALENTO PARA CADA PESSOA É ALGUÉM MAU, DURO E QUE AGE COM DESONESTIDADE. ESSE OBVIAMENTE NÃO É O CARÁTER DE DEUS REVELADO A NÓS PELAS ESCRITURAS E ATRAVÉS DE SEU FILHO AMADO, JESUS CRISTO. A LIÇÃO MORAL DA PARÁBOLA NÃO É ALGUMA “MALDADE” DA PARTE DE DEUS, MAS SIM UMA RELAÇÃO CORRELAÇÃO ENTRE OS DONS E TALENTOS QUE DEUS NOS CONCEDE E O QUE NÓS FAZEMOS COM ELES (v.28,29). VEJAMOS MAIS UM MEIO DE PARÁBOLA ENCONTRADA NAS ESCRITURAS QUE NÃO REMETE A UMA LITERALIZAÇÃO DOS MEIOS COMO UMA VERDADE TEOLOGICA DOUTRINÁRIA:
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“Porém Jeoás, rei de Israel, enviou a Amazias, rei de Judá, dizendo: O cardo que está no Líbano enviou ao cedro que está no Líbano, dizendo: Dá tua filha por mulher ao meu filho; mas os animais do campo que estavam no Líbano, passaram e pisaram o cardo” (2RS.14:9).
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ANALISANDO ESSES MEIOS COMO SENDO LITERAIS, PODERÍAMOS DEDUZIR QUE CARDO E CEDRO (QUE SÃO ÁRVORES) FALAM E DIALOGAM ENTRE SI. CONTUDO, CADA ELEMENTO TINHA O SEU DEVIDO SIGNIFICADO E A SUA DEVIDA LIÇÃO MORAL. NADA A MAIS DO QUE DOIS REIS: O DE JUDÁ (AMAZIAS) E O DE ISRAEL (JEOÁS) SÃO PERSONIFICADOS PELAS ÁRVORES. O MESMO PODE SER DITO TAMBÉM COM RELAÇÃO A PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO. OS PERSONAGENS NÃO ESTAVAM REALMENTE VIVOS, MAS MORTTOS (Ez.18:4,20), AGUARDANDO A RESSURREIÇÃO QUANDO SAIRIAM PARA A VIDA OU PARA SEREM FINALMENTE CONDENADOS (Jo.5:28,29).
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O QUE ACONTECE, ENTÃO, É A PERSONIFICAÇÃO DE SEUS CORPOS MORTOS EM PERSONAGENS VIVOS MEDIANTE UMA ALEGORIA (Lc.16:24). LÁZARO REPRESENTA A NAÇÃO GENTÍLICA QUE NÃO DISPUNHA DOS PRIVILÉGIOS DA PARTE DE DEUS RESERVADO AO SEU POVO ELEITO, ISTO É, ISRAEL, REPRESENTADO NA PARÁBOLA POR ABRAÃO, EM QUEM OS JUDEUS COLOCAVAM AS SUAS CONFIANÇAS (Jo.8:33). ASSIM COMO LÁZARO, OS GENTIOS “DESEJAVAM ALIMENTAR-SE DAS MIGALHAS QUE CAÍAM DA MESA DO RICO” (v.21), OU SEJA, DOS JUDEUS. ISSO TAMBÉM FICA MUITO BEM CLARO A PARTIR DO RELATO DA MULHER GENTIA QUE DESEJAVA EXATAMENTE O MESMO – “COMER DAS MIGALHAS” – DAQUELE “BANQUETE” QUE ERA OFERECIDO PRIMEIRAMENTE AOS JUDEUS (ver Mateus 1521-28).
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OS JUDEUS, CONTUDO, ERAM OS “RICOS” (v.19) DO REINO, POIS A ELES ERA CONFIADA A MENSAGEM DO EVANGELHO DEVENDO SER A LUZ PARA AS DEMAIS NAÇÕES, POIS ELES ERAM O POVO ESCOLHIDO, NAÇÃO ELEITA DA PARTE DE DEUS. POR ISSO, SÃO PERSONIFICADOS NO “RICO” DA PARÁBOLA. JESUS CONTOU AQUELA PARÁBOLA PARA CONDENAR OS FARISEUS (Lc.16:14,15), QUE REPRESENTAVAM EXATAMENTE A HIPOCRISIA DOS JUDEUS DIZEREM COM ALTIVEZ A SUA SUPERIORIDADE POR SEREM “OS FILHOS DE ABRAÃO” (Jo.8:33), SEM, CONTUDO, FAZER AS MESMAS OBRAS QUE ABRAÃO FAZIA (Jo.8:39). JESUS, ENTÃO, PÕE NA BOCA DE ABRAÃO AQUILO QUE ESTE HAVERIA TER DITO EM PESSOA:
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“Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos” (Lc.16:31)
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ELE CONTOU A PARÁBOLA DO RICO E DO LÁZARO, EM QUE O RICO REPRESENTAVA O PRÓPRIO POVO JUDEU QUE TEVE TODAS AS OPURTUNIDADES NESTA VIDA, MAS A DESPERDIÇOU, ENQUANTO, EM CONTRASTE, OS GENTIOS (REPRESENTADOS POR LÁZARO NA PARÁBOLA) ERAM DESPREZADOS PELOS JUDEUS, MAS QUE DESFRUTARIAM DE MUITO MAIOR BEM-AVENTURANÇA DO QUE A PRÓPRIA NAÇÃO JUDAICA, POIS “DARIA OS FRUTOS A SEU TEMPO” (Mt.21:41). ESSE CONTRASTE É CLARAMENTE RESSALTADO DENTRO DA PARÁBOLA DO RICO E DO LÁZARO QUE JESUS CONTA. POR FIM, A LIÇÃO MORAL (VERDADE DOUTRINÁRIA) É A SEGUINTE:
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“Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos” (Lc.16:31)
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VEJA QUE A LIÇÃO MORAL DA PARÁBOLA NÃO TEM NADA A VER COM ALGUM TIPO DE “IMORTALIDADE DA ALMA”, MAS BASEA-SE EM DAR ATENÇÃO AS PALAVRAS DE CRISTO, AS QUAIS ERAM DESPREZADAS PELOS FARISEUS QUE “NÃO SE DEIXARAM PERSUADIR” (v.31) NEM MESMO COM “ALGUÉM RESSUSCITADO DENTRE OS MORTOS” (v.31), TAL COMO FOI O CASO DA RESSURREIÇÃO DE LÁZARO OPERADA POR JESUS (Jo.11:43,44). AO REJEITAREM JESUS, OS JUDEUS ESTAVAM, ASSIM, POR SI MESMOS CAVANDO ENTRE ELES E DEUS “UM ABISMO INTRANSPONÍVEL” (Lc.16:26). ESSA É A LIÇÃO MORAL DA PARÁBOLA.
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CONCLUINDO, CREIO QUE ESTE PEQUENO RESUMO SOBRE A PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO LHE AJUDE A COMPREENDER QUE ELA NÃO REPRESENTA NENHUM TIPO DE AMEAÇA ÀQUILO QUE A BÍBLIA AFIRMA DE QUE A ALMA MORRE (Ez.18:4,20), PERECE (Mt.10:28), É DESTRUÍDA (Ez.22:27), NÃO É POUPADA DA MORTE (Sl.78:50), É ELIMINADA (Êx.31:14), É TOTALMENTE DESTRUÍDA (Js.10:28), É DEVORADA (Ez.22:25), É ASSASSINADA (Nm.35;11), É EXTERMINADA (At.3:23), DESCE A COVA NA MORTE (Jó 33:22), MAS REVIVE NA RESSURREIÇÃO (Ap.20:4).
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EU NÃO SOU PASTOR, SOU APENAS MAIS UM SERVO DE DEUS (E ESCRITOR), MAS ENCORAJO-LHE A PROSSEGUIR NESTE CAMINHO TRABALHANDO NA OBRA DO SENHOR, JUNTO COM A GRAÇA DE DEUS.
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GRANDE ABRAÇO!